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PF fiscaliza empresas de segurança privada, em Serra/ES, durante a Feira dos Municípios

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Serra/ES. A Polícia Federal deflagrou, na última quinta-feira (3/7), a Operação Segurança em Foco no município da Serra/ES. A ação teve como objetivo fiscalizar empresas clandestinas de segurança privada, no pavilhão de Carapina, durante a Feira dos Municípios.

O evento celebra, neste ano, a história e as tradições dos 78 municípios capixabas. Durante a fiscalização, conduzida por equipes da Delegacia de Controle de Segurança Privada, foi constatado que a empresa responsável pelos serviços de segurança no local não possuía autorização da Polícia Federal. Como resultado, foi lavrado um auto de encerramento da atividade, diante da presença de 13 vigilantes atuando de forma irregular.

A Polícia Federal tem intensificado as ações de combate a empresas clandestinas ao longo do Brasil. Em 2024, no Espírito Santo, foram encerradas 45 empresas não autorizadas e, neste ano, outras 16 já foram autuadas.

A contratação de serviços clandestinos de segurança representa sério risco à integridade física das pessoas e ao patrimônio dos contratantes. Isso ocorre porque os chamados tais pessoas não se submetem ao controle da Polícia Federal quanto a antecedentes criminais, formação profissional, aptidão física e psicológica. Além disso, essas empresas não atendem aos requisitos legais mínimos exigidos para o funcionamento.

No Brasil, somente empresas de segurança privada autorizadas pela Polícia Federal estão aptas a prestar serviços e contratar vigilantes de forma legal e segura.

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
E-mail: [email protected]
Instagram: @pfespiritosanto

Fonte: Polícia Federal

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PF e Receita Federal deflagram Operação Iscariotes contra organização criminosa

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram, nesta quarta-feira (18/3), a Operação Iscariotes, com o objetivo de reprimir  uma organização criminosa que recrutava agentes de segurança pública para a prática de contrabando, descaminho, lavagem de capitais e outros crimes. A ação foi realizada por intermédio da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários em Mato Grosso do Sul (DELEFAZ/MS).

A operação decorre de investigação de longo curso, que revelou a atuação de um grupo criminoso especializado na importação fraudulenta de eletrônicos de alto valor agregado, desacompanhados de documentação fiscal e sem a devida regularização perante os órgãos de controle aduaneiro. Após o ingresso irregular no país, os produtos eram distribuídos em Campo Grande/MS e em outros estados, especialmente em Minas Gerais. 

Os crimes investigados são contrabando, descaminho, lavagem de capitais, corrupção passiva, violação de sigilo e outros ilícitos relacionados ao sistema financeiro nacional.

A organização criminosa contava ainda com a participação de agentes vinculados a órgãos de segurança pública (aposentados e da ativa), com aparente utilização da função pública para favorecer a atuação do grupo. No curso da investigação, foram realizados diversos flagrantes.

Após representação da autoridade policial, com manifestação favorável do Ministério Público Federal, a Justiça Federal expediu as seguintes medidas cautelares:

a) 31 mandados de busca e apreensão;

b) 4 mandados de prisão preventiva;

c) 1 mandado de monitoração eletrônica;

d) 2 afastamentos de funções públicas;

e) 6 Suspensões de porte/posse de arma de fogo;

f) Indisponibilidade de bens de 12 Pessoas Físicas e Jurídicas (40 milhões de reais), incluindo:

i. Sequestro de ao menos 10 imóveis;

ii. Sequestro e apreensão de ao menos 12 veículos;

iii. Suspensão das atividades de 6 pessoas jurídicas.

Ao todo, foram cumpridas cerca de 90 ordens judiciais, com a mobilização de mais de 200 policiais nas cidades de Campo Grande/MS, Dourados/MS, Belo Horizonte/MG, Vespasiano/MG e Montes Claros/MG.

A operação contou, ainda, com o apoio das corregedorias da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul e do Corpo de Bombeiros Militar do Mato Grosso do Sul.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros eventuais envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
Contato: (67) 3303-5626/5627
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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