Sorriso
IVCF-20 amplia visão clínica e funcional no mapeamento da saúde do idoso
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Em uma sociedade que envelhece de forma acelerada, o cuidado com a população idosa exige preparo técnico, sensibilidade e, acima de tudo, escuta qualificada. Buscando construir um ambiente de confiança, em que o paciente se sinta seguro para expressar suas dúvidas e necessidades, a formação multiprofissional realizada na tarde desta sexta-feira (11), trouxe como foco o Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional do Idoso (IVCF-20).
Durante o encontro, os participantes foram orientados sobre a aplicação do IVCF-20, um instrumento composto por 20 perguntas que avaliam aspectos físicos, cognitivos, emocionais e sociais do idoso. A ferramenta, recomendada pelo Ministério da Saúde, permite classificar os pacientes em três perfis: robusto, em risco de fragilização ou já fragilizado. Com base nessa estratificação, as equipes podem desenvolver planos terapêuticos personalizados, alinhados às reais necessidades do idoso.
Segundo o mediador João Ricardo Oliveira, da Academia da Saúde que atua juntamente com a equipe multiprofissionais, o índice representa um avanço importante no cuidado integral, e a utilização do IVCF-20 também contribui para o planejamento de políticas públicas voltadas à população idosa, em sintonia com as diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI).
“Com o IVCF-20 conseguimos ter uma visão ampliada sobre a condição de saúde do idoso. Isso nos ajuda a antecipar problemas, promover ações mais direcionadas e melhorar o acolhimento nas unidades”, ressaltou.
A coordenadora da Atenção Primária, Cátia Luciano, também enfatizou o papel das formações contínuas na qualidade da assistência. “São formações essenciais para lembrar que o cuidado começa com o próprio profissional de saúde, e que a forma de se relacionar com o outro, especialmente em grupos que demandam abordagens mais específicas, faz toda a diferença no resultado do atendimento”, avaliou.
A iniciativa integra as ações desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), por meio da Comissão de Integração de Ensino e Serviço (CIES) e Academia da Saúde.
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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março
Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).
“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.
Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.
O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.
Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.
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