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Pasta da Cultura lança edital para formação audiovisual no exterior

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Os profissionais e estudantes do audiovisual poderão se especializar fora do país. O Ministério da Cultura lançou, nesta semana, o Edital de Intercâmbio Cultural – Formação Audiovisual no Exterior, que destina R$ 1 milhão do Fundo Nacional de Cultura (FNC) para a formação.
 
O edital concederá apoio para especializações, cursos tecnólogos, de extensão ou qualificação do segmento audiovisual, que devem ter carga horária acima de 600 horas e duração máxima de 12 meses. Cada selecionado receberá uma bolsa de até R$ 40 mil.
 
Para participar é preciso ser, obrigatoriamente, brasileiro nato ou naturalizado, maior de 18 anos e comprovar atuação no setor audiovisual há pelo menos um ano. Além disso, o edital prevê a apresentação de uma carta de aprovação ou comprovante de matrícula em uma ação formativa no exterior que ainda não tenha sido iniciada.
 
De acordo com a secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga, o objetivo é incentivar a qualificação de agentes do audiovisual para ampliar o acesso ao conhecimento e fomentar o intercâmbio cultural.

“Investir na formação de nossos profissionais é investir no futuro do audiovisual brasileiro. Este edital é uma ferramenta estratégica para conectar nossos talentos com os principais centros de produção e conhecimento do mundo, trazendo novas técnicas, narrativas e oportunidades para o nosso mercado”, destaca.

As inscrições para participar do projeto de intercâmbio ficam abertas até as 18h do dia 14 de novembro pelo site gov.br/cultura.
 
*Com supervisão de Sheily Noleto


Fonte: EBC Cultura

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Mubenco: Belém ganha museu de graffiti a céu aberto

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Belém ganhou, neste domingo (7),  mais um espaço que celebra a arte urbana feita na capital paraense, o Mubenco, Museu Bengola em Cores de Graffiti.  

O museu de base comunitária funcionará como uma galeria a céu aberto. São sete murais permanentes espalhados pelos conjuntos Xavante I, II e III, no bairro Benguí, produzidos por artistas do Pará e do Maranhão.

Entre os grafiteiros que assinam os murais estão NSW, Negônica,Mamacyta, Catatal e Mina Ribeirinha.  Cada um dos artistas assina um dos murais, utilizando diferentes linguagens do graffiti, explorando letras, personagens, ancestralidade, cultura hip-hop, memória coletiva e vivências periféricas. As obras, produzidas individualmente ao longo de várias semanas, foram acompanhadas de atividades desenvolvidas pelos artistas.

Mina, que também é uma das curadoras, destaca o tema que uniu todas as artes.

“O tema deste ano é Traços Cabanos, fazendo uma alusão e uma conexão com a luta popular da Cabanagem, a revolta popular da Cabanagem, que foi um marco histórico para Amazônia, para o Brasil, para o mundo”.

O Mubenco é resultado da trajetória do projeto Bengola em Cores, desenvolvido pela Tinta Preta Produções, coletivo que promove intervenções artísticas, atividades educativas e ações culturais em espaços públicos do bairro Benguí. Para um dos curadores e produtor de um dos murais,  WBS Barros,  a criação do museu representa um marco para a arte urbana no Pará e principalmente o fortalecimento da produção artística na própria comunidade.

“O nosso projeto vai impactar diretamente nesse ponto: valorizar os artistas e tentar pagar de forma digna o cachê do artista que vai vir desempenhar uma obra sua dentro da nossa comunidade.  E esse artista também vai dialogar com a comunidade onde ele vai entrar, onde ele vai deixar sua obra; desde um workshop, de uma oficina, dentro das escolas, dentro dos grupos que a gente tem no bairro como associações, os grupos de mulheres”.

No instagram @mubenco26 é possível conhecer os murais que compõem o museu.

*Com produção de Salete Sobreira


Fonte: EBC Cultura

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