Cultura
Católicos participam do Recírio em Belém, no Pará
Cultura
Nesta segunda-feira, milhares de devotos católicos celebraram em Belém, capital do Pará, mais uma edição do Recírio, o último dia de eventos religiosos que marcam o encerramento da Festividade Nazarena em 2025. A celebração começou com uma missa na Praça do Santuário, seguida da Romaria do Recírio, a 14ª procissão da Festividade, que encerrou oficialmente os 15 dias de homenagens a Nossa Senhora de Nazaré.

Após a Romaria, aconteceu a subida da imagem original de Nazinha, como é carinhosamente chamada, ao Glória do Altar-Mor da Basílica Santuário, onde permanece até o início da próxima festividade em 2026. A procissão do Recírio acontece desde 1859, mantendo viva uma tradição de mais de 160 anos. O novo arcebispo metropolitano de Belém, Dom Júlio Endi Akamine, participou pela primeira vez do evento, que este ano recebeu pelo menos 2,5 milhões de pessoas no segundo domingo de outubro, data da principal procissão.
“Uma coisa é quando a gente ouve o testemunho das pessoas, outra é quando a gente participa pessoalmente do Círio de Nazaré. Eu fui muito impactado por esta partilha das pessoas que relataram, né, a experiência. Então, em todos os lugares por onde a gente passou, dava para ver isto na face, no rosto das pessoas. Mesmo que passando muito rapidamente, era evidente este transbordamento. Transbordamento de pessoas, transbordamento de devoção à Nossa Senhora, de amor à Nossa Senhora de Nazaré”, relata.
Este ano, aproximadamente 100 mil turistas estiveram em Belém para participar do Círio de Nazaré, a maior festa católica do país. Neste domingo, também foi revelado o tema dos festejos do Círio de 2026: “Maria, missionária que nos dá Jesus”.
Cultura
Festival In-Edit Brasil começa nesta quarta-feira em São Paulo
Em São Paulo, começa nesta quarta-feira (20) a 18ª edição do In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical, que exibe filmes sobre figuras e histórias da música nacional e internacional em várias salas de cinema da capital paulista.

Programação
Entre os destaques, em pré-estreia nacional, estão o documentário sobre Jocy de Oliveira, pioneira da música eletrônica no Brasil no começo dos anos 1960; e o filme sobre Alaíde Costa, que mostra o racismo sofrido pela grande voz da bossa nova, ignorada por gravadoras.
Tem ainda um título sobre o histórico Canecão, palco carioca por onde grandes nomes da música brasileira passaram; um filme de Lírio Ferreira que mergulha na psicodelia pernambucana a partir do álbum “Vivo!”, de Alceu Valença; e um documentário que acompanha o músico Mateus Aleluia pelos lugares sagrados do candomblé em sua terra natal, a cidade de Cachoeira, na Bahia.
O diretor do In-Edit Brasil, Marcelo Aliche, destaca a diversidade de ritmos e estilos da música brasileira presentes nos mais de duzentos documentários nacionais inscritos no festival:
“O Brasil tem uma cultura muito, muito diversa. De norte a sul, tem muitas maneiras de se expressar do ponto de vista musical e cultural. E, dentro dessa visão, a gente conseguiu colocar desde o rock até Ari Barroso. Tem filme sobre punk rock, filmes sobre artistas incríveis, como Airto Moreira e Flora Purim, a Dona Onete. Tem uma série de assuntos muito diversos e que, de alguma maneira, dá para dar uma pequena amostra dessa grande salada cultural chamada Brasil.”
Nesta edição, o In-Edit Brasil traz mais de 100 sessões com recursos de acessibilidade, como libras, legendas descritivas e audiodescrição.
Programação paralela
O festival chega com uma série de atividades paralelas, como feira de vinil na Cinemateca e apresentações de Alaíde Costa, Fernanda Abreu, Odair José e das bandas Inocentes e DZK em várias casas de show da cidade – uma oportunidade de o público ver de perto artistas retratados nos documentários.
Marcelo Aliche explica que a programação paralela é criada a partir dos assuntos dos filmes:
“Eu sempre brinco que a nossa função é trazer a música para dentro do cinema. E aí, esse ano, aconteceu de a gente levar o cinema para as casas de música. E, com isso, eu fico muito contente, porque não só o show, mas também os bate-papos, as conversas, os encontros, todas essas atividades complementam o conteúdo de cada um desses documentários e permitem ao público ampliar ainda mais a visão de cada um desses filmes.”
Além das sessões presenciais, quem não está em São Paulo pode conferir uma parte da programação de forma online, pelas plataformas “Itaú Cultural Play”, “Sesc em Casa” e “SP Cine Play”.
O In-Edit segue até o dia 28 de junho, e todas as sessões são gratuitas, basta retirar o ingresso uma hora antes. Detalhes do festival no site br.in-edit.org.
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