Sorriso
Gestão municipal discute adesão ao Pacto PCI para fortalecer produção da Agricultura Familiar
Sorriso
Município avalia adoção de acordo para reduzir emissão de carbono, regularização ambiental e fundiária de pequenos agricultores
Nesta terça-feira (02/12), na sala de reuniões do gabinete do gabinete do prefeito, Alei Fernandes recebeu a secretária adjunta de Agricultura Familiar e Segurança Alimentar Ana Catarina, representantes da equipe do Instituto PCI, entre eles a gerente do instituto, Renata Santos; o gerente de projetos, Ricardo Woldmare; e a secretária-executiva do Pacto PCI‑Sorriso, Jéssica Gimenes para apresentação da iniciativa, sua visão, missão e os principais objetivos. Tratou-se de um encontro com compromisso conjunto de avançar na agenda de “produção, conservação e inclusão” no município.
A estratégia é baseada na Estratégia PCI: Produzir, Conservar e Incluir, lançada pelo Estado de Mato Grosso em 2015, e busca equilibrar expansão agropecuária, preservação ambiental e inclusão social, especialmente da agricultura familiar.
Entre os objetivos para Sorriso estão a redução de emissões de carbono, controle do desmatamento ilegal, regularização ambiental e fundiária de pequenos produtores, pagamento por serviços ambientais e adoção de práticas sustentáveis no campo.
“Estamos estudando a adesão de Sorriso à PCI como um compromisso ambiental com o futuro da nossa terra e das próximas gerações”, disse o prefeito Alei Fernandes, já anunciando que pediu um novo encontro com a equipe do PCI para janeiro, com vistas à possível formalização de um acordo.
A secretária-adjunta Ana Catarina destacou a importância de unir forças, “nossa meta é garantir que a agricultura familiar tenha apoio técnico e ambiental, para produzir com responsabilidade, preservando o meio ambiente, garantindo o direito à terra.”
Ainda, segundo Ana Catarina, o Pacto PCI-Sorriso é a materialização municipal da estratégia estadual. Através de uma governança local integrada entre prefeitura, produtores, setor privado e sociedade civil, o município pretende transformar metas de conservação e inclusão em ações concretas, conciliando crescimento agropecuário com sustentabilidade, legalidade e justiça social.
Sorriso
Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março
Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).
“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.
Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.
O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.
Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.
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