Mato Grosso
MT Ciências percorre quase 20 mil km em 2025 e realiza 180 mil atendimentos em 61 municípios
Mato Grosso
O MT Ciências, circuito itinerante da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), percorreu mais de 20 mil quilômetros em 2025 e realizou 180.460 atendimentos em 61 municípios, ao longo do ano. A agenda teve um público predominante de estudantes da Educação Básica (Fundamental II e Ensino Médio), além de estudantes universitários e do público em geral, com faixa etária aproximada entre 5 e 60 anos.
A distribuição mensal mostra maior concentração no segundo semestre: julho teve oito ações e setembro, sete, enquanto maio, agosto e novembro registraram seis atendimentos realizados nas cidades mato-grossenses.
“Esses números ajudam a dimensionar a operação do programa: deslocamento entre municípios, montagem e desmontagem da estrutura e atendimento a públicos diferentes em cada local e, em muitos casos, a públicos que têm pouco acesso a atividades práticas de ciência fora da escola”, afirmou Cleiton Mariano, superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação da Seciteci.
Para garantir a difusão científica, o MT Ciências trabalha com experiências guiadas e estações interativas. A estrutura é formada por uma carreta adaptada, com quatro salas temáticas, duas tendas infláveis e um planetário digital, somando 32 instalações voltadas à popularização da ciência e da tecnologia. O circuito também utiliza recursos como kits de robótica, impressoras 3D, drones, óculos de realidade virtual e projeções em 3D, conectando conteúdos escolares a tecnologias do presente.
No balanço de 2025, a principal mudança operacional informada no escopo do projeto foi a interiorização do furgão e a ampliação de dinâmicas com jogos em 3D, reforçando o formato de atendimento com maior capilaridade e atividades de maior participação do público. A execução das ações contou com 30 monitores ao longo do ano.
O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, resumiu o objetivo público do MT Ciências ao tratar do papel do projeto no Estado: “O MT Ciências democratiza o acesso ao conhecimento científico e tecnológico, despertando vocações e fortalecendo a cultura científica em Mato Grosso. É um trabalho que transforma vidas e aproxima a população de novas oportunidades”.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Governo de MT aguarda licenciamento do Ibama para construção de túnel no Portão do Inferno
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) já encaminhou oito pedidos ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a renovação da delegação para o licenciamento das obras localizadas dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.
Em nenhum deles obteve resposta favorável, ou seja, é infundada a informação de que a Sema tenha perdido o prazo para a renovação da delegação de licenciamento ambiental.
O Estado possuía delegação do Ibama apenas para o licenciamento de intervenções no local, e não para a realização de uma nova obra.
No entanto, após o início das obras e dos estudos aprofundados no Portão do Inferno, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) decidiu que a construção de um túnel no paredão é a solução definitiva para os problemas de desmoronamento no local.
Com isso, o Estado fez novo pedido de licenciamento para a obra, e o Ibama decidiu que ele tramitaria no âmbito federal, por ela estar localizada dentro da unidade de conservação federal.
Enquanto a solução definitiva não é licenciada pelo Ibama, o Estado trabalha no relançamento do processo licitatório, já que o primeiro foi considerado deserto, o que deve ocorrer em breve.
A Sinfra mantém as ações de monitoramento e controle ambiental previstas nas condicionantes das licenças ambientais já emitidas, como a execução dos programas de gestão ambiental, o gerenciamento de resíduos sólidos, o monitoramento de efluentes líquidos, ruídos, vibrações e emissões atmosféricas, as ações de segurança, meio ambiente e saúde do trabalhador, a recuperação de áreas degradadas, o controle de processos erosivos, o monitoramento da supressão de vegetação, a conservação da fauna e a mitigação de atropelamentos da fauna silvestre.
Além disso, a Secretaria faz o videomonitoramento do local, que auxilia no acompanhamento contínuo das condições da área, especialmente no período de chuvas, para o controle do tráfego, conforme o protocolo de segurança vigente.
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