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Festival Batalha na Praça celebra cultura urbana em São Luís

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A partir desta quinta-feira (22), São Luís, capital do Maranhão, celebra a cultura urbana feita no estado por meio do Festival Audiovisual Batalha na Praça, que em 2026 completa dez anos. Até o próximo sábado (24), o público terá um panorama da produção do hip-hop, do cinema, de videoclipes e da cultura de rua do Maranhão.

Serão três dias de programação gratuita, com mostras competitivas, exibições especiais, oficinas, homenagens e shows. Um dos destaques do evento é a batalha de MCs, no Teatro João do Vale, na sexta-feira (23) e no sábado. As inscrições podem ser feitas no local, antes das pelejas começarem.

Já a mostra competitiva terá a exibição de curtas-metragens e videoclipes de até 20 minutos inspirados no universo da cultura de rua, além da exibição do webdocumentário “Batalha na Praça – 10 Anos”, que traz registros e depoimentos do movimento cultural que estreou na ilha há uma década. Os melhores trabalhos serão premiados em categorias como Melhor Curta, Melhor Videoclipe, Direção, Roteiro, Fotografia e Documentário.

O festival também oferece uma oficina formativa na Casa do Tambor de Crioula, que fica no Centro Histórico, abordando as etapas de criação de um videoclipe, da pré-produção à pós-produção, envolvendo temas como direção criativa e de cena, direção de fotografia
e produção audiovisual.

Os shows musicais e de hip hop ficam por conta do grupo Família Força Gueto, Gcas convida Morango Kush e Preto Nando com participação de Célia Sampaio. A programação ocorre no Teatro João do Vale, que fica no Centro Histórico de São Luís.

O calendário dia a dia está disponível no instagram @festivalaudiovisualbnp.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré




Fonte: EBC Cultura

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Tela Brasil: Lula lança plataforma com mais de 500 obras audiovisuais

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Mais de 500 obras audiovisuais brasileiras disponíveis de forma gratuita. Isso é o que oferece a plataforma Tela Brasil, lançada neste sábado (30), pelo governo federal.

É o primeiro serviço público de streaming audiovisual, ou seja, vídeos sob demanda, do país. Entre as obras disponíveis estão curtas, longas e médias-metragens, filmes e séries, produzidos entre 1910 e 2025.  

A seleção contempla diferentes formatos, períodos históricos, regiões do país e expressões culturais, como cinemas negros e indígenas, produções dirigidas por mulheres, conteúdos voltados à infância e juventude, além de obras ligadas à memória, à sustentabilidade, à justiça climática e às identidades culturais brasileiras.

Na cerimônia de lançamento da plataforma Tela Brasil, no Rio de Janeiro, o presidente Lula afirmou que a ferramenta vai ajudar os brasileiros na compreensão do país.

“A Tela Brasil e o investimento em cultura que o Ministério está fazendo, a participação de vocês vai contribuir para a elevação da compreensão de um país chamado Brasil. Por que que nós somos assim? Por que que nós fazemos assim? E a gente não tem nem informação de quanto a cultura representa pro desenvolvimento econômico, pro desenvolvimento profissional do nosso país. Cada coisa pequena, cada filme envolve milhares de pessoas, envolve centenas de pessoas trabalhando. Cada peça de teatro é centenas de pessoas, cada show musical é dezenas e centenas de pessoas. E a gente não tem dimensão. Mais importante é a gente conhecer o nosso país por dentro, conhecer a nossa cultura, a razão das coisas que fizeram a gente chegar onde nós chegamos”.

A ministra da cultura Margareth Menezes destacou que esse é um primeiro passo para fortalecer a soberania do povo por meio da cultura.

“Uma plataforma gratuita onde o povo brasileiro vai poder se ver, pesquisar, teremos ali uma diversidade grande da produção. Então, esse é o primeiro passo pra gente conseguir também fazer com que o povo se reconheça e fortalecer a nossa identidade, fortalecer o nosso audiovisual, fortalecer a soberania do nosso povo através da nossa cultura. É isso que o presidente falou: o povo que se conhece, o povo que se vê, ele se fortalece, que as nossas histórias são lindas”.

Mais de 300 obras da Tela Brasil já têm recursos de acessibilidade como audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras. As demais receberão os recursos ainda neste ano.  

Além da oferta gratuita de conteúdo, a plataforma foi concebida para operar sem publicidade, sem cobrança de assinatura e sem rastreamento comportamental para fins comerciais.  

O acesso à plataforma será por meio do site telabrasil.cultura.gov.br, com login pela conta Gov.br. As versões para os sistemas Android e IOS estarão disponíveis em até 30 dias.

Ainda durante cerimônia de lançamento da plataforma foi assinado um acordo de parceria entre o Ministério da Cultura e a EBC, Empresa Brasil de Comunicação, para permitir a integração gradual do acervo da TV Brasil à plataforma Tela Brasil.  

Ao todo, mais de 150 títulos da emissora pública serão disponibilizados, somando mais de 3 mil horas de conteúdo audiovisual brasileiro.

O acordo também prevê que futuros licenciamentos realizados pela EBC possam incluir a exibição das obras na Tela Brasil, ampliando o acervo disponível ao público.  

 


Fonte: EBC Cultura

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