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Pedal da Semob consolida-se como projeto de lazer, inclusão e qualidade de vida para toda a família em Cuiabá e Várzea Grande

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Cuiabá

Mais do que um passeio ciclístico, o Pedal da Semob vem se firmando como uma política pública de incentivo ao lazer, à saúde e à convivência social. Realizado semanalmente, sempre às terças-feiras, o projeto reúne ciclistas de todas as idades na Orla do Porto II, em Cuiabá, e promove percursos que variam entre 23 km e 30 km, passando por diferentes bairros, praças e pontos comerciais de Cuiabá e Várzea Grande.

Aberto à participação de toda a família, o evento permite a presença de crianças acompanhadas por adultos, idosos e pessoas com deficiência (PCDs), reforçando o caráter inclusivo da iniciativa. A segurança dos participantes é garantida por uma operação integrada da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, além de pontos de hidratação e apoio ao longo do trajeto, viabilizados com o apoio de parceiros da iniciativa privada.

De acordo com a secretária adjunta de Esportes e Atividades de Rua, Regivânia Alves Venâncio, responsável pelo projeto, o Pedal da Semob vem crescendo de forma consistente. “Somente em 2025, realizamos 54 edições, com uma média de 250 a 400 ciclistas por pedal, reunindo participantes de Cuiabá e Várzea Grande. Nosso objetivo para 2026 é ampliar ainda mais esse número, fortalecendo o esporte e o lazer como instrumentos de promoção da qualidade de vida”, destacou.

A proposta do projeto dialoga diretamente com experiências recentes de grande repercussão, como o 8º Pedal Ecológico da Semob, realizado no fim de 2025, que reuniu mais de 600 ciclistas em um percurso de 36 km entre a Orla do Porto II e o Distrito da Guia. A edição ficou marcada por histórias de superação, inclusão e fortalecimento do turismo local, mostrando o potencial transformador do ciclismo como prática coletiva.

Na ocasião, participantes relataram como o pedal impactou positivamente suas rotinas, ajudando na recuperação física e emocional, além de promover integração social. A inclusão também ganhou destaque, com a participação de grupos como o Pedal Além da Visão, formado por pessoas com deficiência visual que utilizam bicicletas duplas, reforçando o caráter democrático das ações promovidas pela Semob.

Segundo Regivânia Alves, o sucesso dessas edições especiais fortalece ainda mais o projeto semanal. “O Pedal da Semob é um espaço onde as pessoas se sentem acolhidas. Muitas trazem a família, fazem novas amizades e redescobrem a cidade. É esporte, é lazer, é saúde e também é desenvolvimento social”, afirmou.

Nomeada oficialmente para o cargo de secretária adjunta de Esportes e Atividades de Rua em dezembro de 2025, Regivânia Venâncio tem conduzido o projeto com foco na continuidade, segurança e ampliação da participação popular. A expectativa da gestão municipal é que, em 2026, o Pedal da Semob alcance ainda mais ciclistas e consolide-se definitivamente como uma das principais ações de lazer ativo da capital.

Ao unir mobilidade urbana, esporte, inclusão e bem-estar, o Pedal da Semob transforma as ruas em espaços de convivência e movimento, reafirmando o compromisso da Prefeitura de Cuiabá com iniciativas que valorizam a vida, a saúde e o uso coletivo da cidade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Prefeitura de Cuiabá faz Cine Pipoca e fortalece convivência entre idosos

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O Centro de Convivência para Idosos (CCI) Aideê Pereira, coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, localizado no bairro Novo Horizonte, promoveu uma sessão especial de Cine Pipoca neste sábado (25), com a exibição do clássico brasileiro Menino da Porteira. A iniciativa integra o planejamento das atividades desenvolvidas pela unidade e marca o início de uma semana de ações voltadas ao fortalecimento dos vínculos, da convivência e da integração entre os participantes. O filme agradou ao público presente, cerca de 30 idosos, que já clamaram por mais filmes.

Além de proporcionar um momento de lazer, a exibição, com direito a pipoca e suco e, antes, café da manhã com frutas e uma oração, foi cuidadosamente planejada pela equipe técnica do CCI como ferramenta de trabalho. A proposta de utilizar a obra teve como objetivo estimular reflexões sobre amizade, companheirismo, respeito e o viver em comunidade, valores presentes na narrativa e que fazem parte das temáticas trabalhadas diariamente com os idosos.

“Tudo o que é feito dentro do Centro de Convivência para Idosos Aideê Pereira é planejado e voltado para o benefício do idoso. Dentro dessas temáticas, nós planejamos esse filme para trabalharmos a interação social e o convívio com as pessoas, com o meio onde estão inseridos. Todas as atividades realizadas no Centro de Convivência são pensadas para proporcionar benefícios aos participantes, promovendo qualidade de vida, socialização e fortalecimento das relações interpessoais”, frisou o educador físico Douglas Vinícius Silva Lenzi.

Dona Aparecida Lima de Jesus, 68 anos, e o esposo, Manoel Cândido de Jesus, 65, estão juntos há 47 anos e compareceram para ver o filme. Ambos não conheciam a história de Menino da Porteira e gostaram. “Foi ótimo, amei”, declarou ela, com a concordância do seu Manoel, que também aplaudiu a exibição. Eles endossaram o coro dos participantes, pedindo outras produções.

Adelaide Florentina de Jesus Santana, 63 anos, também se agradou do que viu e torce para que venham mais. Ela não perde as atividades oferecidas no CCI Aideê Pereira desde que começou a frequentá-lo, há cerca de um ano, por indicação médica, e relata com gratidão a mudança que teve na vida pessoal.

“Vixi, melhorei muito depois que passei a frequentar aqui, até meus filhos agradeceram. Eu era inchada, com dores nas pernas, mal conseguia andar, estava com ansiedade, depressão. Hoje sou outra pessoa, fez bem para o meu físico e para a minha mente. Aos domingos, que não tem programação, fico em casa dormindo. Se não fosse o CCI, eu já teria morrido”, afirmou Adelaide.

Seguindo o objetivo, a programação inspirada no filme terá continuidade ao longo da semana. “Na segunda-feira, durante o encontro do grupo de coral, os idosos ensaiarão a canção Menino da Porteira ao lado do violeiro Juracy Alves do Bonfim, 89 anos, integrante do grupo de viola. A proposta é unir os dois grupos em uma apresentação especial, na terça-feira, a partir das 8h, quando apresentarão a música, reunindo o grupo de violeiros e o coral de idosos do CCI”, explicou a gerente do CCI e fisioterapeuta, Evânia Alves Tito.

O evento de terça-feira contará com baile e dinâmicas recreativas, tradição da unidade, que costuma reservar espaço para que os próprios idosos possam demonstrar seus talentos e se apresentar diante dos colegas, valorizando o protagonismo, a autoestima e a participação ativa de cada um.

O CCI Aideê Pereira oferece diversas atividades, entre elas educação física para atender diferentes perfis de idosos, pilates solo, crochê, ginástica voltada à resistência muscular, com exercícios de repetição semelhantes aos da musculação, direcionada aos idosos com maior capacidade física, aulas de mobilidade, ritmo e coordenação motora, com música e dança (como passinho), e atividades para idosos com maior dificuldade de mobilidade, com foco na redução de dores, correção da postura, melhora da mobilidade e atendimento a pessoas com algumas doenças cognitivas.

A unidade conta com 298 idosos cadastrados, sendo 120 que participam ativamente, e quatro educadores físicos. Três deles atuam no período da manhã, cada um especializado em um perfil de público, além de pedagoga e assistente social.

“O principal objetivo do trabalho é acolher, fortalecer vínculos e promover o bem-estar dos idosos, cuidando não apenas da mobilidade e da saúde física, mas também dos aspectos emocional, social e espiritual. O CCI se tornou uma segunda casa para muitos participantes, que sentem falta das atividades nos fins de semana e fazem questão de comparecer quando há programação aos sábados”, relatou Evânia.

CCI Padre Firmo

No Centro de Convivência para Idosos Padre Firmo Duarte Pinto, no Dom Aquino, o sábado foi de ‘mão na massa’. Cerca de 10 participantes produziram pizzas, pães, a tradicional cueca virada, entre outros alimentos. No final, todos puderam saborear a produção, quentinha e feita na hora.

Entre eles, o casal Maria Salete da Silva Costa, 64 anos, e o marido, Antônio, 69. Eles são casados há 45 anos, mas ele já fazia pão bem antes e costumava sempre levar para ela na época do namoro. “Ele me conquistou, levava pão para mim lá em casa quando a gente namorava, me conquistou fazendo pão”, brincou Maria Salete.

O tempo passou, vieram os filhos. Hoje, uma filha é confeiteira e toda a família acabou se envolvendo e ampliando a produção, incluindo pizzas também. “Foi uma coisa nova, tudo eu invento para ele fazer e unir a família. Para mim, é o maior prazer da minha vida ter minha família unida”.

A iniciativa foi aprovada pelos idosos, alguns levaram netos, e pela equipe do CCI, que acompanhou a atividade liderada pela gerente do CCI Padre Firmo, Ely Ane Campos de Arruda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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