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PF deflagra operação contra lavagem de dinheiro em São Paulo

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São Paulo/SP. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (25/2), a Operação Cliente Fantasma. O objetivo é aprofundar investigações sobre a atuação de uma instituição financeira suspeita de facilitar a lavagem de dinheiro, incluindo o trânsito de valores relacionados a organizações criminosas.

Ao todo, estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, nos municípios de São Paulo e Barueri/SP.

As apurações indicam que a instituição permitia movimentações sem a identificação adequada de seus usuários. Com isso, mantinha clientes “invisíveis” aos órgãos de controle, dificultando o rastreamento financeiro, a execução de bloqueios judiciais e a repressão às atividades ilícitas.

Também foram identificadas omissões sistemáticas de comunicações obrigatórias ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), prática que contribuía diretamente para a ocultação da origem dos recursos movimentados.

Os investigados poderão responder por crimes contra o sistema financeiro, omissão de informações e lavagem de capitais. A Operação Cliente Fantasma é um desdobramento de ações anteriores da PF e as investigações seguem em andamento para identificar todos os envolvidos e dimensionar o volume total das fraudes.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo/SP
E-mail: [email protected]

Telefone: (11) 3538-5013
Instagram: @pfsaopaulo

Fonte: Polícia Federal

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PF e Receita Federal deflagram Operação Iscariotes contra organização criminosa

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram, nesta quarta-feira (18/3), a Operação Iscariotes, com o objetivo de reprimir  uma organização criminosa que recrutava agentes de segurança pública para a prática de contrabando, descaminho, lavagem de capitais e outros crimes. A ação foi realizada por intermédio da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários em Mato Grosso do Sul (DELEFAZ/MS).

A operação decorre de investigação de longo curso, que revelou a atuação de um grupo criminoso especializado na importação fraudulenta de eletrônicos de alto valor agregado, desacompanhados de documentação fiscal e sem a devida regularização perante os órgãos de controle aduaneiro. Após o ingresso irregular no país, os produtos eram distribuídos em Campo Grande/MS e em outros estados, especialmente em Minas Gerais. 

Os crimes investigados são contrabando, descaminho, lavagem de capitais, corrupção passiva, violação de sigilo e outros ilícitos relacionados ao sistema financeiro nacional.

A organização criminosa contava ainda com a participação de agentes vinculados a órgãos de segurança pública (aposentados e da ativa), com aparente utilização da função pública para favorecer a atuação do grupo. No curso da investigação, foram realizados diversos flagrantes.

Após representação da autoridade policial, com manifestação favorável do Ministério Público Federal, a Justiça Federal expediu as seguintes medidas cautelares:

a) 31 mandados de busca e apreensão;

b) 4 mandados de prisão preventiva;

c) 1 mandado de monitoração eletrônica;

d) 2 afastamentos de funções públicas;

e) 6 Suspensões de porte/posse de arma de fogo;

f) Indisponibilidade de bens de 12 Pessoas Físicas e Jurídicas (40 milhões de reais), incluindo:

i. Sequestro de ao menos 10 imóveis;

ii. Sequestro e apreensão de ao menos 12 veículos;

iii. Suspensão das atividades de 6 pessoas jurídicas.

Ao todo, foram cumpridas cerca de 90 ordens judiciais, com a mobilização de mais de 200 policiais nas cidades de Campo Grande/MS, Dourados/MS, Belo Horizonte/MG, Vespasiano/MG e Montes Claros/MG.

A operação contou, ainda, com o apoio das corregedorias da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul e do Corpo de Bombeiros Militar do Mato Grosso do Sul.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros eventuais envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
Contato: (67) 3303-5626/5627
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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