Política
Mauro Mendes será candidato ao Senado e Otaviano Pivetta assume Governo no dia 31
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O governador Mauro Mendes anunciou, nesta quinta-feira (26.3), que deixará o cargo a partir do dia 31 de março. A decisão foi tomada para viabilizar a pré-candidatura ao cargo de senador nas eleições deste ano. Em seu lugar, assume o vice-governador Otaviano Pivetta, que tomará posse na terça-feira (31.3), em evento marcado para 16 horas.
O anúncio foi feito ao lado da primeira-dama Virginia Mendes, peça-chave na tomada da decisão, marcando o encerramento de um ciclo de prosperidade em Mato Grosso, que saiu de uma das piores situações fiscais do país para se tornar referência nacional em gestão pública e investimentos.
“Tenho muito orgulho de olhar para trás e ver tudo o que conseguimos fazer em Mato Grosso. Pegamos um Estado quebrado, com salários atrasados, obras paradas e sem credibilidade, e hoje entregamos um governo com as contas em dia, investimentos recordes e que recebe elogios do Brasil inteiro. Nosso povo voltou a ter orgulho de dizer que é de Mato Grosso. Deixo meu grande abraço e agradecimento a todos”, relatou.
Mauro ressaltou a grande virada de jogo que Mato Grosso viveu nos últimos sete anos de gestão, destacando o apoio recebido na gestão por servidores, secretários e dos Poderes, como Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Ministério Público, para recuperar o Estado, e também a parceria com as prefeituras, que ajudaram a viabilizar obras para melhorar diretamente a qualidade de vida da população.
“Vamos fechar esse ciclo com mais de 7 mil quilômetros de rodovias asfaltadas, mais do que fizeram nos últimos 270 anos. A Educação saiu de 22⁰ lugar para a 8ª melhor do país e com previsão de avançar ainda mais. São seis grandes hospitais novos, sendo que dois já foram entregues. Reduzimos os principais índices de criminalidade. Atraímos muitas empresas e desenvolvimento. Mato Grosso passou a estar sempre no pódio dos estados com menor desemprego e com menor desigualdade de renda. E fizemos o maior investimento da história na área social. Quando paramos pra pensar nas mudanças que esse estado passou, conseguimos ver que hoje está muito melhor viver em Mato Grosso”, lembrou.
O governador ressaltou o trabalho do vice-governador Otaviano Pivetta, que dará continuidade às melhorias que vem sendo feitas no Estado.
“Ele esteve ao nosso lado nesses sete anos e três meses, ajudou em diversas das melhorias que estamos conseguindo entregar para a população, como as rodovias asfaltadas e uma educação melhor. Já foi prefeito de Lucas do Rio Verde, por três anos, tem muita experiência de governo e vai dar sequência nesse trabalho para que Mato Grosso continue melhorando para todos”, disse.
De acordo com o governador, a decisão de renunciar para viabilizar a pré-candidatura ao Senado foi conjunta, após ouvir a família, amigos, apoiadores, lideranças e a população de todas as regiões do estado.
“Vou completar esse ciclo tendo percorrido os 142 municípios do nosso estado. E em todos eles, sem exceção, fizemos robustos investimentos para melhorar a vida das pessoas, seja com obras do próprio estado, seja com repasses para as prefeituras fazerem asfalto, quadras, escolas e muitas outras ações. E em cada município, fui recebido com muita alegria e apoio para esse projeto”, registrou.
Mauro pontuou que a disputa ao Senado visa dar continuidade ao seu propósito de continuar trabalhando pelo povo de Mato Grosso.
“Antes de entrar na política, eu criticava os políticos. Até que decidi entrar para fazer diferente e mostrar que com Deus na frente, honestidade e trabalho sério, é possível mudar a vida das pessoas. E da mesma forma tenho criticado muito as leis federais que emperram o estado, o país, e incentivam a impunidade e a injustiça. Acredito que chegou a hora de fazer mais do que criticar e cobrar, e sim me colocar à disposição para que tenhamos leis mais eficientes e voltadas à realidade de Mato Grosso e do Brasil, especialmente na Segurança Pública”, completou.
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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes
O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.
O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.
Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.
No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.
O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.
“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.
A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.
Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.
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