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Capital baiana completa 477 anos no domingo, encantando visitantes

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Salvador completa 477 anos no próximo domingo e a cidade segue celebrando não apenas a própria história, mas também as vivências de quem passa por lá e de quem escolhe ficar.

Nas ruas, não faltam histórias que traduzem esse encantamento. Tem turista chegando pela primeira vez e se surpreendendo com a energia da cidade, como Paola Rodrigues, uruguaia que descreveu o fascínio por Salvador.

E há quem venha e decida ficar. É o caso de Lidiane Martins, paulista que conheceu Salvador durante o Carnaval. Hoje, se define como soteropolitana e construiu a própria história na capital baiana.

Já a paranaense Mara Raquel, que visitava a cidade com a família, destacou a experiência no Elevador Lacerda. Para ela, o local reúne paisagens, cultura e memória, e proporciona um novo olhar sobre o Brasil.


Salvador (BA), 22/12/2025 - Retrospectiva 2025 - Foto feita em 07/08/2025 - Pôr do sol na Baía de Todos os Santos visto do alto do elevador Lacerda no Pelourinho, centro histórico de Salvador. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Salvador (BA), 22/12/2025 - Retrospectiva 2025 - Foto feita em 07/08/2025 - Pôr do sol na Baía de Todos os Santos visto do alto do elevador Lacerda no Pelourinho, centro histórico de Salvador. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Salvador (BA) – Pôr do sol na Baía de Todos os Santos visto do alto do elevador Lacerda no Pelourinho, centro histórico de Salvador. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Entre chegadas, partidas e reencontros, Salvador segue como cenário de vidas que se cruzam e se transformam. Aos 477 anos, a capital baiana continua viva, convidativa e cheia de histórias para contar.


Fonte: EBC Cultura

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Mubenco: Belém ganha museu de graffiti a céu aberto

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Belém ganhou, neste domingo (7),  mais um espaço que celebra a arte urbana feita na capital paraense, o Mubenco, Museu Bengola em Cores de Graffiti.  

O museu de base comunitária funcionará como uma galeria a céu aberto. São sete murais permanentes espalhados pelos conjuntos Xavante I, II e III, no bairro Benguí, produzidos por artistas do Pará e do Maranhão.

Entre os grafiteiros que assinam os murais estão NSW, Negônica,Mamacyta, Catatal e Mina Ribeirinha.  Cada um dos artistas assina um dos murais, utilizando diferentes linguagens do graffiti, explorando letras, personagens, ancestralidade, cultura hip-hop, memória coletiva e vivências periféricas. As obras, produzidas individualmente ao longo de várias semanas, foram acompanhadas de atividades desenvolvidas pelos artistas.

Mina, que também é uma das curadoras, destaca o tema que uniu todas as artes.

“O tema deste ano é Traços Cabanos, fazendo uma alusão e uma conexão com a luta popular da Cabanagem, a revolta popular da Cabanagem, que foi um marco histórico para Amazônia, para o Brasil, para o mundo”.

O Mubenco é resultado da trajetória do projeto Bengola em Cores, desenvolvido pela Tinta Preta Produções, coletivo que promove intervenções artísticas, atividades educativas e ações culturais em espaços públicos do bairro Benguí. Para um dos curadores e produtor de um dos murais,  WBS Barros,  a criação do museu representa um marco para a arte urbana no Pará e principalmente o fortalecimento da produção artística na própria comunidade.

“O nosso projeto vai impactar diretamente nesse ponto: valorizar os artistas e tentar pagar de forma digna o cachê do artista que vai vir desempenhar uma obra sua dentro da nossa comunidade.  E esse artista também vai dialogar com a comunidade onde ele vai entrar, onde ele vai deixar sua obra; desde um workshop, de uma oficina, dentro das escolas, dentro dos grupos que a gente tem no bairro como associações, os grupos de mulheres”.

No instagram @mubenco26 é possível conhecer os murais que compõem o museu.

*Com produção de Salete Sobreira


Fonte: EBC Cultura

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