Polícia Federal
PF combate caça ilegal no Parque Nacional do Iguaçu
Polícia Federal
Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º/4), a Operação Anhangá, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão nas cidades de Céu Azul/PR e de Toledo/PR. A ação visa desarticular um grupo suspeito de praticar caça clandestina no interior do Parque Nacional do Iguaçu.
As diligências tiveram início após patrulhamentos do ICMBio, os quais identificaram um acampamento e um saleiro, elemento salino para atração animal, ativos em área de proteção integral. Durante o monitoramento, foi localizada uma armadilha fotográfica instalada irregularmente. A análise do equipamento revelou que a câmera pertencia ao Projeto Onças do Iguaçu e havia sido furtada da unidade de conservação em 2021.
Imagens recuperadas no cartão de memória mostraram os suspeitos manuseando o equipamento furtado, o que foi crucial para a identificação dos envolvidos. Um dos alvos já possui histórico de infrações ambientais na mesma unidade.
Na operação de hoje, foram apreendidos nas residências dos investigados armas, munições e aparelhos celulares, além de petrechos para caça, como gaiolas, roupas camufladas, chumbo, lunetas e armadilhas.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de dano à unidade de conservação, furto ou receptação, crimes contra a fauna silvestre e associação criminosa.
Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
@pffoz
Canal para Denúncia
(45) 98821-4326
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
PF e Receita Federal deflagram Operação Iscariotes contra organização criminosa
Campo Grande/MS – A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram, nesta quarta-feira (18/3), a Operação Iscariotes, com o objetivo de reprimir uma organização criminosa que recrutava agentes de segurança pública para a prática de contrabando, descaminho, lavagem de capitais e outros crimes. A ação foi realizada por intermédio da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários em Mato Grosso do Sul (DELEFAZ/MS).
A operação decorre de investigação de longo curso, que revelou a atuação de um grupo criminoso especializado na importação fraudulenta de eletrônicos de alto valor agregado, desacompanhados de documentação fiscal e sem a devida regularização perante os órgãos de controle aduaneiro. Após o ingresso irregular no país, os produtos eram distribuídos em Campo Grande/MS e em outros estados, especialmente em Minas Gerais.
Os crimes investigados são contrabando, descaminho, lavagem de capitais, corrupção passiva, violação de sigilo e outros ilícitos relacionados ao sistema financeiro nacional.
A organização criminosa contava ainda com a participação de agentes vinculados a órgãos de segurança pública (aposentados e da ativa), com aparente utilização da função pública para favorecer a atuação do grupo. No curso da investigação, foram realizados diversos flagrantes.
Após representação da autoridade policial, com manifestação favorável do Ministério Público Federal, a Justiça Federal expediu as seguintes medidas cautelares:
a) 31 mandados de busca e apreensão;
b) 4 mandados de prisão preventiva;
c) 1 mandado de monitoração eletrônica;
d) 2 afastamentos de funções públicas;
e) 6 Suspensões de porte/posse de arma de fogo;
f) Indisponibilidade de bens de 12 Pessoas Físicas e Jurídicas (40 milhões de reais), incluindo:
i. Sequestro de ao menos 10 imóveis;
ii. Sequestro e apreensão de ao menos 12 veículos;
iii. Suspensão das atividades de 6 pessoas jurídicas.
Ao todo, foram cumpridas cerca de 90 ordens judiciais, com a mobilização de mais de 200 policiais nas cidades de Campo Grande/MS, Dourados/MS, Belo Horizonte/MG, Vespasiano/MG e Montes Claros/MG.
A operação contou, ainda, com o apoio das corregedorias da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul e do Corpo de Bombeiros Militar do Mato Grosso do Sul.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros eventuais envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.
Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
Contato: (67) 3303-5626/5627
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
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