Cuiabá

Durante o Carnaval, Prefeitura amplia recuperação asfáltica em bairros de Cuiabá

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Cuiabá

A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras manteve o ritmo de trabalho no período de Carnaval em Cuiabá, com ações de tapa-buracos e microrrevestimento. Desde sábado (14), as equipes aceleraram o serviço, tendo sanado 850 buracos nesses dias. Nesta quarta-feira (18), finalizam o microrrevestimento na Rua São Paulo, no bairro São Mateus. A iniciativa no bairro começou na terça-feira de Carnaval (17), com atendimento à Rua São Mateus, que leva o mesmo nome do bairro. Ambas são consideradas vias de grande fluxo e interligam importantes corredores viários, atendendo motoristas que trafegam entre a Avenida Carmindo de Campos e a Avenida Beira Rio.

“Nossa determinação é garantir trafegabilidade, segurança e mais qualidade de vida para a população. Estamos intensificando tanto a operação tapa-buracos quanto o microrrevestimento, priorizando vias de grande fluxo e bairros que mais necessitam, para assegurar uma malha viária mais segura e durável, por isso não paramos”, destacou o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira.

Outras localidades já estão previstas para receber o microrrevestimento, como o bairro Chácara dos Pinheiros, especialmente em uma via interligada da Avenida Fernando Corrêa até a Estrada do Moinho, além do bairro Alvorada e da lateral do Parque Zé Bolo Flô, entre outras.

No sábado (14) e na segunda-feira (16), o atendimento ocorreu por meio da operação tapa-buracos, com serviços realizados nos bairros Recanto dos Pássaros e Santa Terezinha, e Pedra 90 e Real Park, respectivamente, além da Avenida Miguel Sutil, com ações emergenciais.

Tapa-buracos x microrrevestimento

A capa asfáltica é composta por CBUQ, Concreto Betuminoso Usinado a Quente, que utiliza CAP, Cimento Asfáltico de Petróleo, pedrisco e emulsão asfáltica em sua composição. Esses materiais, quando misturados e aplicados, formam a camada de revestimento responsável pela resistência e acabamento do pavimento.

Já o microrrevestimento asfáltico, conforme explicou o diretor de Infraestrutura da Secretaria, Ricardo Rodrigues, funciona como uma camada de proteção aplicada sobre o pavimento já existente. É um tipo de revestimento composto por emulsão asfáltica modificada com polímero emborrachado, pedrisco e outros agregados minerais.

“O principal objetivo do microrrevestimento é impermeabilizar o pavimento, aumentando sua durabilidade. Ele é especialmente indicado para vias que apresentam fissuras, trincas, desgaste superficial e o chamado couro de jacaré, trincamento em malha. Ao ser aplicado, o microrrevestimento sela essas fissuras, impedindo a infiltração de água e retardando a deterioração da estrutura do pavimento”, detalhou.

Ou seja, além de restaurar a superfície, protege toda a área tratada de forma uniforme. Durante o período chuvoso, essa proteção é ainda mais importante, pois evita que a água se infiltre nas trincas e no couro de jacaré, o que poderia agravar os danos, abrir buracos e acelerar a deterioração do pavimento.

Para maior entendimento, o microrrevestimento atua como uma solução preventiva e corretiva, preservando a estrutura existente e reduzindo custos futuros de manutenção.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Vereadora Michelly Alencar destaca entrada em vigor do ECA Digital

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Durante a sessão ordinária desta terça-feira (17), na Câmara Municipal de Cuiabá (on-line), a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) utilizou a tribuna para destacar a entrada em vigor do ECA Digital, atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.

Em sua fala, a parlamentar ressaltou que a nova legislação representa um avanço importante no enfrentamento aos riscos presentes nas plataformas digitais. O ECA Digital, sancionado em 17 de setembro de 2025 e que passa a valer oficialmente nesta terça-feira (17 de março de 2026), estabelece normas e diretrizes voltadas à proteção de menores de 18 anos nas redes sociais, jogos, aplicativos e demais ambientes digitais.

Michelly enfatizou que o Estatuto já possui instrumentos de proteção à infância e àadolescência, mas que a atualização se tornou necessária diante da realidade digital vivida atualmente por crianças e adolescentes.

Segundo a vereadora, o ECA Digital prevê mecanismos como verificação de idade em plataformas, maior controle sobre conteúdos inadequados e medidas de combate a crimes digitais, incluindo exploração sexual, assédio, aliciamento de menores, violência online e divulgação de conteúdos impróprios.

Durante o pronunciamento, Michelly também alertou para a necessidade de atenção das famílias ao comportamento digital dos filhos. A parlamentar destacou que, embora a internet seja uma realidade presente no cotidiano, é fundamental que pais e responsáveis acompanhem os ambientes virtuais frequentados por crianças e adolescentes.

“A internet é uma realidade e faz parte da nossa rotina, mas precisamos lidar com esse ambiente de forma responsável e segura, garantindo que nossas crianças estejam protegidas”, ressaltou.

A vereadora ainda reforçou que a nova legislação deve ser aplicada e respeitada por todas as plataformas digitais, contribuindo para a construção de um ambiente online mais seguro para crianças e adolescentes.

Michelly Alencar também reiterou seu compromisso com pautas voltadas à proteção da infância e afirmou que seguirá acompanhando a implementação das novas medidas previstas no ECA Digital.

 Mato Grosso

Entre 2019 e 2023, houve aumento de cerca de 13% nos crimes contra crianças e adolescentes no estado, incluindo ocorrências ligadas ao ambiente digital.

A internet aparece entre os principais locais onde ocorrem crimes contra menores, junto com residências e escolas.

Municípios com maior número de casos

Dados do sistema de justiça indicam maior concentração de processos envolvendo crianças e adolescentes em cidades como:

Cuiabá

Rondonópolis

Várzea Grande

Sinop

Primavera do Leste. 

Judiciário MT

 Tendência e alerta das autoridades

Especialistas e órgãos de proteção alertam que o crescimento do acesso à internet e das redes sociais entre jovens tem ampliado os riscos de crimes digitais contra crianças e adolescentes, exigindo políticas de prevenção, educação digital e maior fiscalização das plataformas.

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