Cuiabá

Equipes da Defesa Civil de Cuiabá atuam durante chuva e mantêm vigilância em áreas críticas

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Cuiabá

A chuva que caiu sobre Cuiabá e diversas regiões de Mato Grosso na tarde desta quarta-feira (28) foi acompanhada de perto pelas equipes da Defesa Civil Municipal, que atuaram de forma preventiva e contínua nos pontos historicamente mais sensíveis da capital. Apesar do volume significativo em curto espaço de tempo, o monitoramento técnico indicou um comportamento dentro da normalidade esperada para o período chuvoso, sem registro de ocorrências graves.

Assim que a precipitação mais intensa teve início, equipes da Defesa Civil percorreram a cidade, com atenção especial aos córregos urbanos que já apresentaram problemas em anos anteriores. De acordo com o secretário municipal de Defesa Civil, coronel bombeiro militar Alessandro Borges, córregos como o Barbado, Canivete, Gumitá e o da região do Tijucal tiveram elevação no nível da água, mas escoaram de forma tranquila, sem transbordamentos ou interrupções no fluxo.

Nas principais vias da capital, como as avenidas Beira Rio e do CPA, houve retenções pontuais de água, que se dissiparam rapidamente após a redução da intensidade da chuva. O secretário destacou que, nos locais onde a Prefeitura mantém serviços regulares de limpeza e manutenção, o escoamento ocorreu com maior agilidade, reduzindo riscos de alagamentos prolongados e transtornos à população.

Até o início da noite, não havia registro de ocorrências graves nos canais oficiais de emergência, como o 193, do Corpo de Bombeiros, e o 199, da Defesa Civil. Ainda assim, segundo Alessandro Borges, as equipes permaneceram em campo durante toda a tarde e noite, garantindo o monitoramento contínuo das áreas críticas e do tráfego. Um relatório técnico será elaborado e encaminhado à Secretaria Municipal de Obras, indicando pontos que demandam manutenção preventiva para evitar novos acúmulos de água.

O episódio desta quarta-feira reforça o cenário já apontado pelos alertas meteorológicos recentes, que indicam chuvas concentradas e intensas em curtos períodos em Cuiabá e em várias regiões de Mato Grosso. Com o solo encharcado, aumentam os riscos de alagamentos, enxurradas e outros eventos hidrometeorológicos, exigindo atenção redobrada do poder público e da população.

A Defesa Civil orienta que, durante as chuvas, os moradores evitem transitar por áreas alagadas, não tentem atravessar vias com correnteza, mantenham distância de córregos e fiquem atentos a sinais de risco, como aumento rápido do nível da água. Em caso de emergência, é fundamental acionar imediatamente os canais oficiais: 193 (Corpo de Bombeiros) ou 199 (Defesa Civil).

Como medida preventiva, a população também pode se cadastrar gratuitamente para receber alertas meteorológicos diretamente no celular. O serviço está disponível por SMS, com o envio do CEP para o número 40199, ou pelo WhatsApp, adicionando o contato (61) 2034-4611. A Defesa Civil reforça que informação, prevenção e resposta rápida continuam sendo as principais ferramentas para proteger vidas e reduzir danos durante o período chuvoso.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Vereadora Michelly Alencar destaca entrada em vigor do ECA Digital

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Durante a sessão ordinária desta terça-feira (17), na Câmara Municipal de Cuiabá (on-line), a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) utilizou a tribuna para destacar a entrada em vigor do ECA Digital, atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.

Em sua fala, a parlamentar ressaltou que a nova legislação representa um avanço importante no enfrentamento aos riscos presentes nas plataformas digitais. O ECA Digital, sancionado em 17 de setembro de 2025 e que passa a valer oficialmente nesta terça-feira (17 de março de 2026), estabelece normas e diretrizes voltadas à proteção de menores de 18 anos nas redes sociais, jogos, aplicativos e demais ambientes digitais.

Michelly enfatizou que o Estatuto já possui instrumentos de proteção à infância e àadolescência, mas que a atualização se tornou necessária diante da realidade digital vivida atualmente por crianças e adolescentes.

Segundo a vereadora, o ECA Digital prevê mecanismos como verificação de idade em plataformas, maior controle sobre conteúdos inadequados e medidas de combate a crimes digitais, incluindo exploração sexual, assédio, aliciamento de menores, violência online e divulgação de conteúdos impróprios.

Durante o pronunciamento, Michelly também alertou para a necessidade de atenção das famílias ao comportamento digital dos filhos. A parlamentar destacou que, embora a internet seja uma realidade presente no cotidiano, é fundamental que pais e responsáveis acompanhem os ambientes virtuais frequentados por crianças e adolescentes.

“A internet é uma realidade e faz parte da nossa rotina, mas precisamos lidar com esse ambiente de forma responsável e segura, garantindo que nossas crianças estejam protegidas”, ressaltou.

A vereadora ainda reforçou que a nova legislação deve ser aplicada e respeitada por todas as plataformas digitais, contribuindo para a construção de um ambiente online mais seguro para crianças e adolescentes.

Michelly Alencar também reiterou seu compromisso com pautas voltadas à proteção da infância e afirmou que seguirá acompanhando a implementação das novas medidas previstas no ECA Digital.

 Mato Grosso

Entre 2019 e 2023, houve aumento de cerca de 13% nos crimes contra crianças e adolescentes no estado, incluindo ocorrências ligadas ao ambiente digital.

A internet aparece entre os principais locais onde ocorrem crimes contra menores, junto com residências e escolas.

Municípios com maior número de casos

Dados do sistema de justiça indicam maior concentração de processos envolvendo crianças e adolescentes em cidades como:

Cuiabá

Rondonópolis

Várzea Grande

Sinop

Primavera do Leste. 

Judiciário MT

 Tendência e alerta das autoridades

Especialistas e órgãos de proteção alertam que o crescimento do acesso à internet e das redes sociais entre jovens tem ampliado os riscos de crimes digitais contra crianças e adolescentes, exigindo políticas de prevenção, educação digital e maior fiscalização das plataformas.

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