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ACEs recebem capacitação sobre BRI- Aedes aegypti e albopictus

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Sorriso iniciou nesta segunda-feira (23), uma capacitação voltada ao fortalecimento das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti e Aedes albopictus. Com foco na Implementação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI-Aedes), a iniciativa reúne equipes da Vigilância Ambiental de Sorriso e da Região Teles Pires, no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Sorriso (ACES), para discutir e colocar na prática o uso correto da BRI- Aedes, técnica inovadora para o controle dos mosquitos transmissores de doenças como dengue, zika e chikungunya.

Durante a programação que segue até quarta (25), os Agentes de Combate às Endemias estão avaliando novas alternativas para o controle vetorial, discutindo métodos mais modernos e eficazes de prevenção contra os vetores, além de definir estratégias para aplicação do inseticida, composto por Clotianidina e Deltametrina, que agem em diferentes pontos do sistema nervoso do inseto, causando hiperatividade, paralisia e morte.

A estratégia consiste na aplicação de inseticida de efeito residual em superfícies internas de locais, de maior circulação de pessoas e, portanto, com maior potencial para proliferação do vetor, como unidades de saúde, escolas, entre outros espaços considerados especiais. O BRI-Aedes é um método que cria uma barreira química que elimina principalmente as fêmeas adultas do mosquito, reduzindo o contato vetor-vírus-humano de forma prolongada — com efeito, residual de até 120 dias em ambientes internos.

As equipes em treinamento irão intensificar as ações no bairro São José, considerada uma das áreas prioritárias, definidas a partir de informações epidemiológicas e entomológicas já coletadas no local. A aplicação será realizada em três ciclos, repetidos a cada dois meses, seguindo protocolos rigorosos de segurança e técnica como a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e ferramentas calibradas para garantir cobertura uniforme nas superfícies adequadas.

Além de reforçar a importância do manejo químico, o treinamento destaca que o sucesso do controle do Aedes depende de ações integradas com setores como educação, saneamento, limpeza urbana e participação ativa da comunidade, como destaca a coordenadora da Vigilância Ambiental de Sorriso, Claudete Damasceno.

“Estamos sempre buscando novas metodologias para intensificar o combate ao Aedes. A borrifação residual deve ser complementada por visitas domiciliares, orientações educativas e eliminação de criadouros. Acreditamos que o caminho mais eficiente para reduzir os índices de infestação é a mobilização em conjunto com a população”.

Para a técnica da Vigilância em Saúde Ambiental de Sinop, Sirlei Frank Thies, as ações ampliadas e a implementação de novas técnicas são essenciais para garantir que o procedimento seja realizado de forma segura e eficaz. “Já atuamos diariamente orientando a população e eliminando focos. Mas, é muito importante que a equipe técnica esteja treinada para executar da forma adequada e respeitando os protocolos de aplicação dessa nova estratégia que vem para somar com todas as ações que já estão sendo realizadas pelos municípios da Regional Teles Pires”, afirma.

A Secretaria de Saúde reforça que a participação da população é indispensável para o sucesso das estratégias de controle: manter quintais limpos, eliminar recipientes que acumulem água parada e permitir o acesso dos agentes às residências são atitudes fundamentais na luta contra o mosquito.

A capacitação integra as ações de vigilância e prevenção desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), por meio da Comissão de Integração de Ensino e Serviço (CIES), e parceria com o Escritório Regional de Saúde de Sinop.

Veja a programação para os dias 24 e 25 de junho

Dia 24 (manhã) – prática de borrifação em paredes do barracão de transportes no Verdes Campos. O ponto de encontro com transporte a disposição, será na sede da Vigilância Ambiental, localizada Av. Curitiba, 3405 – Bom Jesus;

Dia 24(tarde): prática de borrifação no PSF São José, e três residências. O ponto de encontro com transporte a disposição, será na sede da Vigilância Ambiental, localizada Av. Curitiba, 3405 – Bom Jesus;

Dia 25 (manhã e tarde) – capacitação no auditório da ACES.

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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos

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Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.

Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.

Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.

Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.

Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.

Arquivo digital

Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.

Para contribuir neste movimento “menos papel, menos consumo, resíduos descartados no lugar certo e muita reciclagem”, vale também ajudar a propagar essa ideia, avisar a vizinhança no grupão do zap, dar um apoio para quem não tem tanta intimidade com a tecnologia e reforçar que, para garantir um mundo habitável para as gerações futuras, todo mundo precisa contribuir… e, nesta situação, você é todo mundo sim.

Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:

O que é recolhido?

Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).

O que não é coletado?

Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.

Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.

Confira aqui como funciona cada coleta:

Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:

Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Dúvidas

Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.

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