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Boletim aponta elevação nos registros de Chikungunya
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O boletim epidemiológico das arboviroses divulgado nesta terça-feira (26), pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), aponta um avanço principalmente nos casos de chikungunya.
Segundo dados registrados no Sistema Sinan On-line, o levantamento atualizado apresenta a incidência das principais arboviroses no Município, conforme discriminado abaixo:
•Dengue: Foram contabilizadas 3.239 notificações. Destas, 185 casos foram confirmados, enquanto 3.050 foram descartados após investigação. Atualmente, 4 casos permanecem sob investigação, aguardando resultados conclusivos.
•Zika: Em relação ao vírus Zika, o boletim registra 22 notificações. É importante salientar que todas essas notificações foram descartadas, não havendo, até o momento, nenhum caso confirmado da doença no município.
•Chikungunya: A situação da chikungunya apresenta um quadro mais desafiador, com um total de 3.425 notificações. Deste montante, 2.835 casos foram confirmados, evidenciando uma propagação significativa da doença. Adicionalmente, 574 notificações foram descartadas, e 16 casos ainda se encontram em processo de investigação.
No último boletim, publicado no dia 14 de agosto, o município apresentava 2.361 casos confirmados de chikungunya. Agora, o número subiu para 2.835, representando 474 novos casos confirmados em menos de duas semanas.
Já a dengue registrou um aumento mais moderado: de 164 para 185 confirmações. Em relação à zika, o cenário permanece estável, sem registros confirmados.
Orientações à população
A coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental, Claudete Damasceno, reforça que, apesar do aumento, muitos dos casos de chikungunya confirmados agora são referentes a infecções ocorridas entre março e maio, cujos resultados laboratoriais foram liberados recentemente pelo Laboratório Central (Lacen).
Hoje os principais problemas identificados pela equipe da Vigilância Ambiental são a água servida, aquela oriunda de esgoto doméstico ou empresarial e a sujeira nas bocas de lobo, situações propícias para a proliferação do mosquito.
Claudete destaca que a prevenção continua sendo a melhor forma de combate ao mosquito Aedes aegypti:
- Manter caixas d’água sempre bem vedadas;
- Eliminar recipientes que acumulem água;
- Guardar garrafas e baldes com a boca para baixo;
- Limpar calhas e ralos com frequência;
- Permitir a entrada dos agentes de endemias durante as visitas domiciliares.
“Os números reforçam que o mosquito continua circulando. Seguimos intensificando as ações de prevenção, monitoramento e conscientização, mas precisamos da colaboração de cada morador cuidando do quintal e do ambiente doméstico. Só com a união da comunidade conseguiremos fortalecer as ações de controle vetorial e reduzir a cadeia de transmissão do mosquito”, pontuou Claudete.
Procura nas unidades de saúde
Caso suspeite ter contraído ou apresente sintomas de qualquer uma das arboviroses, a recomendação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). É lá que a população recebe o atendimento clínico e a orientação correta sobre como agir.
Cuidando de casa
A orientação é que toda a semana a população tire dez minutos semanais para dar aquela conferida no espaço onde vive ou trabalha. A recomendação é evitar acúmulo de lixo, que além do Aedes aegypti também pode esconder animais peçonhentos como cobras, ratos, aranhas, escorpiões, dentre outros.
Denúncias
Vale reforçar que para quem identificar situações com criadouros ou com suspeita, água servida descartada na rua e descarte de lixo em locais inapropriados, a recomendação é procurar a equipe técnica. As denúncias também podem ser realizadas diretamente ao Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) pelo número (66) 99927-2611.
Coleta de resíduos sólidos
Sempre é bom ficar de olho no calendário de coleta de resíduos sólidos – confira aqui o calendário de 2025, em que são recolhidos móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins que incluem folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada. O recomendado é descartar o material seguindo corretamente o calendário, evitando assim a formação de possíveis criadouros para o Aedes aegypti e outros animais peçonhentos.
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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos
Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.
Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.
Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.
Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.
Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.
Arquivo digital
Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.
Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:
O que é recolhido?
Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).
O que não é coletado?
Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.
Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.
Confira aqui como funciona cada coleta:
Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:
Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Dúvidas
Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.
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