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Formação amplia rede de cuidado ao diabetes na população infantil
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Cuidar de uma criança com diabetes é uma jornada que vai muito além de agulhas e dietas. É um caminho que exige carinho, conhecimento e, acima de tudo, uma rede de apoio que caminhe lado a lado com a família em cada passo. Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), em parceria com o Centro de Integração de Educação e Saúde (CIES) e a querida médica endocrinologista Juliana Pires, está promovendo uma capacitação especial: “A relevância do acompanhamento multiprofissional na redução de complicações associadas ao diabetes na população infantil”.
Entre os destaques está a imersão no diagnóstico precoce do diabetes tipo 1, com foco nos sinais e sintomas que podem passar despercebidos, mas que fazem toda a diferença para garantir uma intervenção rápida. Além disso, estudos de casos clínicos e questionamentos práticos enriquecem o debate e permitem que cada profissional se sinta mais seguro e preparado para atuar no tratamento da comorbidade em sua totalidade.
O objetivo é aprimorar o conhecimento e as práticas de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos e nutricionistas no manejo da doença em crianças, visando a prevenção de complicações e a melhoria da qualidade de vida dos pequenos pacientes.
O diabetes infantil é uma condição que exige acompanhamento constante e minucioso. A proposta do treinamento, realizado nos dias 13, 20, é mostrar que o cuidado é mais eficaz quando envolve diferentes especialidades que atuam como peças de um mesmo quebra-cabeça, cada uma contribuindo com um olhar único para garantir que a criança receba um cuidado integral, humano e personalizado. A formação contará com mais uma etapa, no dia 27 de agosto. A formação seguirá em mais duas etapas, nos dias 27 de agosto e 10 de setembro.
Dra. Juliana Pires, ressalta que a doença exige um controle rigoroso, e esse olhar sensível e atento foi o grande foco do treinamento. “O diabetes, como qualquer outra doença, pode trazer complicações se não for bem cuidado. Esse treinamento mostra que o carinho e o acompanhamento contínuo dão às crianças a chance de viver com mais qualidade e plenitude. Não é só sobre exames, é sobre sensibilidade, atenção e proximidade”, destacou.
A coordenadora médica da Atenção Básica, Dra. Silvana Pfeifer, também reforçou a importância de enxergar o diabetes infantil em todas as suas nuances, números e protocolos.
“O impacto do diagnóstico toca profundamente a criança e a família, seja na questão física, emocional e nutricional. Entender como gerenciar adequadamente essa condição é garantir que, além do paciente, todos possam enfrentar essa condição com mais equilíbrio, saúde e resiliência”, disse Silvana.
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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos
Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.
Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.
Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.
Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.
Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.
Arquivo digital
Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.
Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:
O que é recolhido?
Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).
O que não é coletado?
Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.
Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.
Confira aqui como funciona cada coleta:
Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:
Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Dúvidas
Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.
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