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Na APROFIR, prefeito reforça a importância do diálogo com o setor produtivo

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Na manhã de ontem (13), o prefeito de Sorriso, Alei Fernandes, um dos fundadores da Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (APROFIR), esteve reunido com a diretoria da entidade para tratar do planejamento da Associação.

Durante o encontro, o ex-presidente e fundador da entidade, hoje prefeito sorrisense, destacou a importância da comunicação, transparência e do diálogo constante com o setor produtivo, reforçando que o desenvolvimento da agricultura passa pela união entre o poder público e os produtores.

Alei foi recebido pelo atual presidente, Hugo Garcia, e pela diretoria da associação. A conversa abordou os principais desafios enfrentados pelo setor e as estratégias para fortalecer a cadeia produtiva dos feijões e pulses em Mato Grosso.

O prefeito lembrou o início da trajetória da APROFIR, marcada por muitos desafios e superações. “Quando a associação começou, enfrentamos diversas dificuldades, mas com união, perseverança e o comprometimento de todos, conseguimos consolidar uma entidade forte, representativa e que hoje é referência no Estado”, ressaltou.

A APROFIR tem desempenhado um papel essencial no fomento à produção, incentivo à pesquisa e à inovação, além de representar os interesses dos produtores junto às instituições públicas e privadas.

“É gratificante ver o quanto a APROFIR cresceu e continua contribuindo com o fortalecimento do agronegócio mato-grossense. Nosso compromisso, enquanto gestão, é seguir ouvindo e apoiando o produtor rural, seja ele pequeno, médio ou grande”, reforçou o prefeito Alei Fernandes.

A Prefeitura de Sorriso segue comprometida em estimular o desenvolvimento do setor produtivo, buscando parcerias e ações que garantam mais competitividade, sustentabilidade e oportunidades no campo.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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