Sorriso

Pequenos produtores garantem hortifrúti em Sorriso e driblam crise nacional

Publicado em

Sorriso

Com cerca de 500 produtores e diversidade de culturas, Sorriso mantém oferta local de frutas, legumes e verduras

Nos últimos dias, reportagens nacionais têm alertado que a agricultura familiar em várias regiões do Brasil não está conseguindo abastecer adequadamente o mercado de hortifrúti, resultando em desabastecimento de frutas e legumes.

Em contraste, Sorriso vive uma realidade diferente. A agricultura familiar, formada por aproximadamente 500 produtores em pequena escala, tem garantido o abastecimento de variedades de frutas, legumes e verduras para o mercado local, faltando apenas aquelas de estações frias, cujo clima não favorece seu cultivo no município.

A boa performance da agricultura familiar em Sorriso coincide com um ano de desafios para o agronegócio de grande escala no Brasil. Apesar da estimativa de safra recorde de grãos para 2025, com crescimento da produção agrícola nacional. No entanto, o setor enfrenta pressões com custos elevados de insumos, juros altos, volatilidade de preços e impactos de clima irregular.

Segundo o secretário municipal de Agricultura Familiar e Segurança Alimentar, Lucas Oliveira, “em meio aos desafios do agronegócio nacional, a agricultura de pequena escala prevalece em Sorriso, garantindo hortifrutis frescos e acessíveis para nossa comunidade”.

Para especialistas e autoridades locais, o contraste entre a agroindústria de larga escala e a produção familiar revela algo fundamental: a diversidade e proximidade da agricultura familiar com o mercado consumidor muitas vezes garantem abastecimento mais seguro, com menor risco de rupturas, sobretudo em tempos de instabilidade de preços, clima e logística.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Sorriso

Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

Publicados

em

Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA