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Práticas integrativas e acolhimento marcam o 4º Encontro de Ostomizados

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A sala de formação da Secretaria Municipal de Saúde foi palco do 4º Encontro de Pacientes Ostomizados, no último sábado (12). A programação é desenvolvida de forma holística, promovendo a valorização da vida, por meio de atividades para o bem-estar físico, emocional e a inclusão social.

Ao longo da manhã, os pacientes participaram de dinâmicas em grupo, sessões de alongamento, práticas integrativas comunitárias (TCI) e rodas de conversa. As ações buscaram fortalecer o vínculo dos usuários com os serviços de saúde, além de proporcionar acolhimento e troca de experiências entre os participantes.

“É nosso dever garantir que todas as pessoas, independentemente de sua condição, se sintam parte ativa da comunidade e tenham acesso a uma saúde acolhedora e humanizada, fazendo com que eles se sintam menos isolados”, destacou a coordenadora da CIES, Silvia Gehring.

Para a paciente Edileuza Maria, os encontros fazem toda a diferença no processo de aceitação e enfrentamento da ostomia. “No começo é difícil, a gente se sente muito sozinho. Mas quando participa de momentos como esse, vê que não está só, que tem apoio e que pode viver com qualidade. Isso muda tudo.”

A terapia e as atividades de integração social são promovidas pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Comissão de Integração Ensino e Serviço (CIES) e conta ainda com o apoio da Equipe Multiprofissional (E-Mult) e da Academia da Saúde.

Segundo a Semsa, a proposta é ampliar a rede de apoio e fortalecer a participação dos pacientes ostomizados na construção de uma saúde pública mais próxima e sensível às suas realidades.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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