Sorriso
Prefeito solicita ao vice-governador novas parcerias via Agroestradas
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Estradas Vale do Verde, Bedin, Jatobá, Camícia, MT-404 estão na lista, assim como uma ponte na Estrada do Pau Oco
Seguir o processo de transformação das estradas rurais, dos estradões de “poeira vermelha, poeira” para os tapetes de asfalto, por meio do programa Agroestradas. Este foi um dos assuntos que norteou o diálogo entre o prefeito Alei Fernandes e o vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, ontem (8 de julho), durante reunião na capital do Estado.
Junto a representantes do Município, e também da região, como o ex-deputado estadual Mauro Savi e o ex-prefeito de Itanhangá Edu Pascoski, Alei reforçou o pedido de parceria com o Governo do Estado para tornar realidade o asfalto em quatro trechos de estradas vicinais: 20 quilômetros na Vale do Verde; 25 quilômetros no segmento entre a Estrada Bedin e a Estrada da Fazenda Jatobá; seis quilômetros na Estrada Camícia, e oito quilômetros na MT- 404.
Todos estes projetos, elaborados pelas associações de produtores de cada região, já estão devidamente protocolados na Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra). Além do pedido de apoio para asfaltar estradas, também está na Sinfra o processo que prevê a construção de uma ponte de concreto sobre o Rio Celeste, na Estrada do Pau Oco.
“O Agroestradas é fundamental para aprimorarmos a logística do interior, levando o asfalto para nossas vicinais, o que não se reflete somente no escoamento das safras e na chegada dos insumos às fazendas, mas, principalmente, melhora a vida das famílias que vivem no campo, traz segurança e conforto a todos aqueles que labutam dia-a-dia nas estradas”, destaca o prefeito, enaltecendo o trabalho conjunto entre Estado, Município e produtores, já que os custos são divididos entre estes três entes, sendo 50% a cargo do Governo do Estado.
Para garantir estrada boa sempre, depois de pavimentados, os trechos de muitas vicinais, quando são estaduais, são municipalizados e, na sequência, concessionados para a cobrança de pedágios sociais, o que permite a manutenção constante.
Justamente hoje (quarta-feira, 9 de julho), foi publicada a Lei 3.716, publicada ontem, que autoriza o Poder Executivo a receber do Estado, e seguir todo o trâmite para “pedagiar” os seguintes trechos: 57,43 quilômetros da Rodovia do Morocó, que liga o entroncamento da BR-163 até a divisa do Município de Sorriso com o Município de Santa Rita do Trivelato; e 43,23 quilômetros da São Luiz Gonzaga, ligando o entroncamento da MT-242 com a Morocó.

“Só temos a agradecer todo o apoio que estamos recebendo do Estado neste processo de pavimentação no interior, até porque alguns trechos, como o Barreiro, foram integralmente custeados pelo ente estadual”, complementa Alei, acrescentando ainda a atuação do Governo na duplicação da BR-163. “Uma obra transformadora, que vai trazer mais conforto a quem atravessa nosso Estado, e, para muito além disso, vai salvar muitas e muitas vidas, dada a segurança que imprime ao trecho”.
Sorriso
Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos
Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.
Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.
Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.
Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.
Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.
Arquivo digital
Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.
Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:
O que é recolhido?
Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).
O que não é coletado?
Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.
Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.
Confira aqui como funciona cada coleta:
Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:
Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Dúvidas
Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.
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