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Produtores do Barreiro apresentam projeto para asfaltar mais 36 quilômetros na região

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Asfalto, segurança, saúde, conforto, bem-estar e fluidez no transporte de insumos e da safra. Produtores rurais da região do Barreiro, dentre eles o presidente do Sindicato Rural Diogo Damiani e o vereador Gringo – do Barreiro -, apresentaram na manhã desta sexta-feira (1.º de agosto), ao prefeito Alei Fernandes, o projeto para tapar de asfalto 36 quilômetros da MT-443.

O presidente do Sindicato Rural informou que o trecho em questão liga a MT-242 às MTs 487 e 222 e o sonho do asfalto deve se tornar realidade em mais uma empreitada realizada por meio da soma de forças entre produtores rurais, Prefeitura e Estado.

O prefeito enalteceu a iniciativa dos produtores rurais e adiantou que “já a partir da segunda quinzena queremos entregar oficialmente o projeto à Sinfra [Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística] e conversar com o governador Mauro Mendes sobre este avanço tão importante para nossa região”.

O gestor lembrou ainda que, em se aprovando a tríplice parceria ainda neste ano, com o avanço de todos os trâmites legais, o ideal seria já iniciar a obra no ano que vem. “Estamos vivendo um momento muito importante para a nossa logística, com a duplicação da BR-163, capitaneada pelo Governo do Estado e igualmente, com o apoio direto do Estado, estamos testemunhando o avanço do asfalto em muitas estradas rurais, o que melhora a vida da nossa gente que vive e trabalha no campo”.

Na oportunidade, o grupo também dialogou sobre a necessidade de aprimorar o transporte escolar. O prefeito antecipou que a intenção para o próximo ano é dotar de ar-condicionado 100% da frota que faz o transporte escolar no interior, que é terceirizada justamente para agilizar o processo de troca no caso de problemas mecânicos. “Além disso, também estamos buscando o redimensionamento das linhas, para que os alunos não fiquem tanto tempo dentro dos veículos”, destacou Alei.

O bate-papo incluiu ainda o planejamento de melhorias na sede da Comunidade do Barreiro, com a instalação de alambrado na quadra e no parquinho. “Estamos às ordens e à disposição para avançar em melhorias em todos os eixos, sempre focando no bem-estar da nossa gente”.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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