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Profissionais da saúde participam de palestra sobre violência contra a mulher

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Na manhã desta quarta-feira (15), a Sala de Formação da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) recebeu agentes da Polícia Civil do Município e a delegada da Mulher, Dra. Layssa Crisostomo, que promoveram um diálogo sobre Violência Contra a Mulher para servidores da pasta. O objetivo da iniciativa foi promover a conscientização, o diálogo e o fortalecimento da rede de apoio às vítimas de violência.

Foram abordados temas como a importância da denúncia segura, os tipos de violência previstos em lei, e o papel de cada cidadão no combate e prevenção da violência contra a mulher. O momento também foi dedicado ao esclarecimento de dúvidas, fortalecendo o entendimento sobre os caminhos legais e os serviços disponíveis para acolhimento das vítimas.

“Falar sobre violência contra a mulher é falar sobre respeito, empatia e responsabilidade social. Precisamos capacitar nossos profissionais para que saibam acolher, orientar e encaminhar da melhor forma possível cada situação que chega até a rede pública”, afirmou Sílvia Gehring, coordenadora da CIES.

A delegada Layssa Crisostomo reforçou o papel da sociedade na proteção das mulheres e o poder da denúncia. “A denúncia é um ato de coragem e também de amor ao próximo. Quando alguém decide não se calar, salva não apenas uma vida, mas evita que outras mulheres passem pela mesma dor. O enfrentamento à violência começa com a informação e com o engajamento de todos”, reiterou.

O encontro faz parte das iniciativas da Prefeitura Municipal, promovidas pela Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Comissão de Integração Ensino-Serviço (CIES) e a Escola de Gestão.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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