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Representante de Sorriso participa da 3.ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural, Sustentável e Solidário

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Evento em Brasília reuniu representantes de todo o para definir políticas públicas voltadas aos povos do campo, das águas e das florestas

A secretária-adjunta de Agricultura Familiar e Segurança Alimentar (Semasa), Ana Catarina Tibaldi dos Reis, integrou, na semana passada, de 24 a 27 de março, a 3.ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural, Sustentável e Solidário (CNDRSS), realizada em Brasília (DF).

O evento, que ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, reuniu representantes de todo o país para definir diretrizes das políticas públicas voltadas aos povos do campo, das águas e das florestas.

As etapas preparatórias mobilizaram mais de 40 mil participantes e resultaram em cerca de 1.000 propostas, que orientam os debates desta etapa nacional.

Com o tema “Uma agenda política de transformação agroecológica para o Brasil Rural”, o encontro marcou a retomada da participação social na formulação de políticas públicas e a construção de um novo ciclo de desenvolvimento rural sustentável, com foco na produção de alimentos, na inclusão social e na soberania alimentar.

“Minha missão no evento foi garantir que nosso território seja criado, escutado e que nós consigamos ter voz e direito a voto, respeitando as características de todos os outros territórios, dado que cada um tem sua realidade”, destacou a secretária, acrescentando que Sorriso está avante em diversas frentes.

“Nosso agricultor familiar está bem à frente da média nacional em diversos setores, como o uso de tecnologia, por exemplo, mas precisamos seguir avançando no amor à terra e na solidariedade uns com os outros”, pontuou Ana Catarina.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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