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Servidoras participam de eventos de atualização em Assistência Social

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Em Cuiabá, o tema debatido foi a erradicação do trabalho infantil e, em Curitiba, a análise é sobre Vigilância Socioassistencial

Representantes da Secretaria de Assistência Social (Semas) participaram, nesta semana, de eventos de aprimoramento e atualização. A coordenadora do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), Fabiana de Quadros Giovenardi, e a técnica de referência do programa, Claudineia Bonacina, participaram do Seminário de Aprimoramento das Competências de Técnicas de Profissionais que atuam na Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

Além dos dois dias do seminário presencial, realizado nesta quarta e quinta-feira (15 e 16 outubro), na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Cuiabá, a formação também contará com mais 64 horas de aulas online.

Entre os temas que serão estudados, estão a abordagem das tipologias de trabalho infantil, com foco nas especificidades rurais, urbanas e domésticas, e atualização nas legislações e convenções pertinentes; o desenvolvimento de habilidades para identificação de indicadores físicos, psicológicos e sociais em crianças e adolescentes; o mapeamento da rede municipal com diagnóstico sobre atores, fluxos e articulação das políticas públicas de proteção; a elaboração de estratégias de busca ativa e prevenção da evasão escolar; a análise de estratégias intersetoriais; a elaboração de manual de proteção, com produção de material didático; a produção de planilhas de indicadores, por meio do desenvolvimento de ferramentas para monitoramento de dados sobre trabalho infantil; e a consolidação de planos de ação para cada município, o que deve resultar na construção ou atualização de planos municipais de prevenção e erradicação do trabalho infantil.

Já a assistente social Aparecida Tagliari Costa, que coordena o setor de Vigilância Socioassistencial, que integra a Semas, participa, desde quarta-feira (15 de outubro), do III Congresso Nacional sobre a Vigilância Socioassistencial, em Curitiba (PR).

Ela explica que, entre os maiores desafios apresentados, estão a identificação da incidência dos riscos e vulnerabilidades sociais, principalmente levando em consideração os dados reais do município , o que vai facilitar a tomada de decisões para ampliar a melhorar a oferta dos serviços da Assistência Social.

Secretária de Assistência Social do Município, Daniela Marsola Stel destaca o quão importantes são estes momentos de atualização e troca de experiências com outros municípios. “São oportunidades que agregam muito ao nosso trabalho, enriquecem nossa bagagem e permitem que o nosso trabalho esteja alinhado ao que vem sendo feito em Mato Grosso, bem como em todo o país”, afirma, complementando que as servidoras que participam dos eventos partilham os novos conhecimentos adquiridos junto aos colegas, de modo a multiplicar o conhecimento adquirido.

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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos

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Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.

Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.

Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.

Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.

Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.

Arquivo digital

Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.

Para contribuir neste movimento “menos papel, menos consumo, resíduos descartados no lugar certo e muita reciclagem”, vale também ajudar a propagar essa ideia, avisar a vizinhança no grupão do zap, dar um apoio para quem não tem tanta intimidade com a tecnologia e reforçar que, para garantir um mundo habitável para as gerações futuras, todo mundo precisa contribuir… e, nesta situação, você é todo mundo sim.

Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:

O que é recolhido?

Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).

O que não é coletado?

Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.

Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.

Confira aqui como funciona cada coleta:

Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:

Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Dúvidas

Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.

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