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Sorriso amplia cuidados e orientação sobre a dengue

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Com a chegada das primeiras chuvas em Sorriso, a Secretaria Municipal de Saúde acendeu o alerta para o aumento dos focos do Aedes aegypti — mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Para fortalecer a prevenção, a Vigilância Ambiental iniciou uma mobilização reforçada em todas as unidades básicas de saúde, com ações de sala de espera realizadas pelos agentes de endemias.

A proposta é conversar olho no olho com a população, levando orientações práticas que realmente fazem diferença no dia a dia. A mensagem principal da campanha é: “Se tá limpo, não tem mosquito”, reforçando que a luta contra a dengue começa dentro de casa.

A coordenadora da Vigilância Ambiental, Claudete Damasceno, destaca que o período chuvoso exige atenção redobrada de todos. “Com as chuvas, tudo muda muito rápido. Uma tampinha, um pote esquecido, uma lona mal esticada, isso já é suficiente para o mosquito se multiplicar. Estamos intensificando as ações, mas nada substitui o olhar do morador dentro do próprio quintal. A prevenção está nas mãos de cada um de nós. E cada gesto conta nessa luta.”

Durante toda a semana, os agentes estarão nas unidades conversando com os usuários, tirando dúvidas, distribuindo materiais educativos e orientando sobre cuidados essenciais, como:

Virar garrafas e recipientes com a boca para baixo;

Tampar caixas d’água e tonéis;

Manter calhas e ralos limpos;

Descartar corretamente lixo e entulhos;

Evitar o acúmulo de água em lonas, plantas e objetos no quintal.

A campanha ressalta que pequenas atitudes fazem diferença no controle da dengue, evitando que o mosquito encontre locais para se reproduzir. A orientação é que cada morador elimine qualquer acúmulo de água e incorpore a prevenção à rotina, transformando esse cuidado em um hábito diário dentro de casa.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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