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Vigilância Sanitária promove capacitação para feirantes sobre boas práticas e segurança alimentar

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Em parceria com a Agricultura Familiar e Segurança Alimentar e o Serviço de Inspeção Municipal – SIM/SORRISO

A Vigilância Sanitária de Sorriso, em parceria com a Agricultura Familiar e Segurança Alimentar e o Serviço de Inspeção Municipal – SIM/SORRISO, está intensificando as ações de educação em saúde com o lançamento do Manual do Instrutor, voltado à capacitação dos feirantes que comercializam alimentos in natura, processados ou preparados nas feiras livres do Município. O material foi elaborado como ferramenta de apoio didático para padronizar os treinamentos, fortalecer a segurança alimentar e garantir o cumprimento das normas sanitárias.

O objetivo do programa é capacitar os feirantes para o cumprimento das normas aplicáveis à comercialização de alimentos, promovendo a segurança alimentar e a proteção da saúde pública. A iniciativa destaca a atuação preventiva e educativa da Vigilância Sanitária, aliada a ações intersetoriais da saúde pública municipal.

A formação terá carga horária de 2 horas, com uma metodologia dinâmica que inclui aulas expositivas dialogadas, demonstrações práticas, estudos de caso e emissão de certificado de participação.O cronograma é composto por oito partes, apresentadas da seguinte forma:

Parte 1 – Introdução à Vigilância Sanitária: apresenta a definição, estrutura (ANVISA, estado e município), papel dos feirantes e benefícios das adequações.

Atividade: discussão sobre experiências com fiscalização.

Parte 2 – Legislação Sanitária Aplicável: explica a hierarquia legal, normas principais (RDC 216/2004, Lei 6.437/77, Código Sanitário de MT) e documentação exigida.

Atividade: análise de documentos obrigatórios.

Parte 3 – Doenças Transmitidas por Alimentos: aborda agentes causadores (bactérias, vírus, parasitas), prevenção e as cinco chaves da OMS.

Atividade: estudo de caso sobre surto de DTA.

Parte 4 – Boas Práticas de Manipulação: inclui higiene pessoal, técnica de lavagem das mãos (8 passos), controle de saúde e comportamentos proibidos.

Atividade: demonstração prática de lavagem correta.

Parte 5 – Estrutura Física e Equipamentos: requisitos mínimos de bancadas, cobertura, pias, refrigeração e materiais adequados.

Atividade: análise de fotos de estruturas.

Parte 6 – Controle de Alimentos: método PEPS, zona de perigo de temperatura, critérios de aceitação/rejeição e boas práticas no recebimento e armazenamento.

Atividade: simulação de recebimento de mercadorias.

Parte 7 – Higiene Ambiental: conceitos de limpeza, desinfecção, cronograma, controle de pragas e manejo de resíduos.

Atividade: demonstração de diluição de produtos.

Parte 8 – Documentação e Fiscalização: explanação sobre POPs, Manual de Boas Práticas, certificações e como lidar com fiscalizações.

Atividade: simulação de fiscalização.

Locais e datas das capacitações:

18/07 – Feira Central – bairros Rota do Sol e Bela Vista

25/07 – Zona Leste (Turma 1)

01/08 – Zona Leste (Turma 2)

Todas, ocorrerão às 19h.

A coordenadora da Vigilância Sanitária, Marystela Mamoré, ressalta que a participação dos feirantes é fundamental para melhorar as condições sanitárias nas feiras e garantir alimentos mais seguros à população.

“Nosso objetivo é orientar, padronizar e apoiar os feirantes para que eles possam oferecer alimentos seguros à população. Além disso, mostramos que a fiscalização também tem um papel educativo, e que cuidar da higiene e da estrutura é uma forma de valorizar o próprio trabalho e a saúde de quem consome esses produtos”, finaliza.

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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos

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Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.

Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.

Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.

Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.

Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.

Arquivo digital

Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.

Para contribuir neste movimento “menos papel, menos consumo, resíduos descartados no lugar certo e muita reciclagem”, vale também ajudar a propagar essa ideia, avisar a vizinhança no grupão do zap, dar um apoio para quem não tem tanta intimidade com a tecnologia e reforçar que, para garantir um mundo habitável para as gerações futuras, todo mundo precisa contribuir… e, nesta situação, você é todo mundo sim.

Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:

O que é recolhido?

Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).

O que não é coletado?

Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.

Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.

Confira aqui como funciona cada coleta:

Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:

Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Dúvidas

Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.

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