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Cultura lança programa de incentivo para festivais audiovisuais

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O Ministério da Cultura lançou, nesta quinta-feira, o Programa Rouanet Festivais Audiovisuais, no valor de R$ 17 milhões, durante o encerramento da 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, na Cinemateca Brasileira. 

O edital é voltado para festivais audiovisuais e busca fomentar o acesso à cultura de forma descentralizada, em regiões que historicamente ficaram de fora de investimentos culturais.  

Para garantir a inclusão regional além do sul e sudeste, o programa estabelece uma cota de R$ 3 milhões para cada uma das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. 

O Programa Rouanet Festivais deve contemplar, pelo menos, 30 projetos divididos em três modalidades, de acordo com o número de edições já realizadas: na primeira categoria, serão 15 escolhidos entre os que já tiveram de três a cinco edições – cada um vai receber valor de até R$ 500 mil. Na segunda categoria, dez projetos, que tiveram entre 5 a 10 edições, serão incentivados com até R$ 600 mil cada um; e, na terceira categoria, cinco projetos serão selecionados entre os que realizaram mais de dez edições, com valor de até R$ 700 mil.   

Segundo o Fórum dos Festivais, associação que atua na defesa de políticas públicas para o setor, o Brasil tem atualmente 366 festivais audiovisuais que possuem um papel de formação de plateia, democratização do acesso da população às produções cinematográficas e que geram oportunidades de renda e emprego. Josiane Osório, presidente do Fórum, falou sobre o edital anunciado pelo Ministério da Cultura, construído coletivamente. 

O programa também destina 50% dos recursos a projetos de equipes com maioria formada por mulheres, pessoas negras, indígenas, de comunidades tradicionais (como terreiros e quilombolas), povos nômades e ciganos, pessoas LGBTQIA+  e pessoas com deficiência. 

As inscrições para o edital ficam abertas entre os dias 03 e 28 de novembro pela plataforma Salic, o Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura, e o edital estará disponível a partir de 31 de outubro no site do Ministério da Cultura.

*Com colaboração de Anna Karina de Carvalho


Fonte: EBC Cultura

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Ministério da Educação ampliará catálogo do MEC Livros

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O Ministério da Educação ampliará o catálogo do MEC Livros, plataforma de obras literárias em formato digital que disponibiliza obras nacionais e internacionais gratuitamente. O acervo passará de oito mil para 25 mil títulos.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (23), em Brasília, durante a entrega da nona edição do Prêmio Vivaleitura, iniciativa que reconhece projetos de destaque na promoção da leitura no país.

A ampliação do acervo do MEC Livros deve ocorrer de forma gradativa, ao longo das próximas semanas. Além disso, o prazo de 14 dias que o usuário tinha para optar pela renovação ou devolução da obra emprestada deixa de existir, como explicou o ministro da Educação, Leonardo Barchini:

“O empréstimo não se limitará ao prazo de 14 dias. Você poderá ler o seu livro. Se você não gostou e leu 10% do livro, você pode devolver o livro e pegar outro. Se você gostou e leu rápido, você também vai poder devolver o seu livro e pegar outro livro para continuar.”

Sucesso

Lançado no começo de abril, o MEC Livros é considerado um sucesso pelo governo federal por acumular cerca de 500 mil usuários e 100 mil obras lidas no período.

O presidente Lula afirmou que a iniciativa busca levar o hábito da leitura para quem não pode comprar livros:

“Ninguém vai comprar um livro se não tiver dinheiro. Ninguém. Então, nós temos que fazer as pessoas lerem mesmo que não possam comprar o livro, e o MEC Livros é exatamente isso. A gente não quer substituir, porque a gente quer valorizar todos aqueles que têm editoras, que produzem livros e que querem vender os livros, que precisam ganhar dinheiro com o livro e sustentar a família com o livro.”

Plano Nacional do Livro e da Leitura

Também durante o evento, foi lançado o Plano Nacional do Livro e da Leitura, instrumento alinhado à Política Nacional de Leitura e Escrita que prevê aumentar o percentual da população com hábito de leitura no país de 47% para 55% até 2036.


Fonte: EBC Cultura

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