Cultura
Decreto garante espaço para exibição de longas-metragens brasileiros
Cultura
A partir de 2026, filmes brasileiros longas-metragens passam a ter exibição obrigatória nas salas de cinema de todo o país. O decreto, assinado pelo presidente Lula e pela ministra da cultura Margareth Menezes, já foi publicado no Diário Oficial de União.

A chamada Cota de Tela estabelece um número mínimo de sessões e assegura a diversidade de títulos nas salas comerciais.
O objetivo é ampliar o acesso do público a diferentes gêneros, estilos e narrativas do audiovisual nacional, para garantir não apenas a presença do filme brasileiro, mas também a variedade de títulos, evitando a concentração da programação em um número restrito de produções.
Cabe à Ancine, a Agência Nacional de Cinema, a fiscalização e a definição dos critérios específicos para o cumprimento da medida. A agência fica responsável também por detalhar parâmetros técnicos, além de acompanhar, fiscalizar e aplicar medidas em caso de descumprimento.
Ancine será ainda responsável por estabelecer critérios diferenciados para obras brasileiras que tenham recebido prêmios relevantes ou que apresentem comprovado desempenho de público.
De acordo com o Ministério da Cultura, a Cota de Tela é um instrumento fundamental de política pública para o fortalecimento do setor audiovisual do país, ao estimular a produção, a circulação e o consumo de conteúdos nacionais. A pasta reforça que a medida contribui para a geração de emprego e renda, assim como a valorização da cultura brasileira em todas as regiões do país.
Cultura
Museu da Bahia recebe mostra internacional de design
O Museu de Arte Moderna da Bahia, que fica em Salvador, abriu esta semana a exposição de design contemporâneo “Pure Gold – Upcycled! Upgraded!”, em tradução livre, “Ouro Puro – Reciclado! Aprimorado!”; que estará aberta ao público de terça a domingo, das dez da manhã às seis da tarde, até o dia 30 de agosto

A mostra já passou por cidades da Europa, Ásia e América do Sul, entre elas, Curitiba, e agora chega à capital baiana com uma proposta que une arte e sustentabilidade.
A exposição traz uma coleção de 76 obras de 53 designers internacionais que refletem sobre a relação entre a humanidade e a natureza, dialogando com questões como sustentabilidade, consumo consciente e inovação. Para isso, o ponto de partida dos artistas foi o reaproveitamento de materiais, como resíduos industriais, materiais descartados e itens de baixo custo, para a produção das obras expostas. O descartável, através de processos criativos, é transformado em móveis, peças de design; reinterpretado em seu conceito, abordado como arte.
Já entre os dias 21 e 24 de julho será oferecido o Workshop “Como Transformar Lixo em Ouro”, onde serão compartilhados métodos e processos de upcycling entre profissionais criativos e iniciantes; designers, artesãos, produtores, fabricantes, artistas, estudantes, tendo a frente duas designers alemãs.
A exposição ficará aberta ao público no Museu de Arte Moderna da Bahia até o dia 30 de agosto,
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