Cultura
Festival de Artes Cênicas reúne artistas de quatro continentes
Cultura
Salvador recebe até o próximo dia 2 de novembro a 16ª edição do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia, que reúne artistas da Bahia, do Brasil, da África e da Europa.

Com o tema “Que Bahia é essa?”, o festival propõe um mergulho nas urgências do mundo contemporâneo e nas múltiplas identidades que o estado baiano carrega em sua formação.
Espaços culturais da capital baiana — como o Teatro Sesc-Senac Pelourinho, o Museu de Arte Contemporânea e os teatros Gamboa e Cambará — serão palco da programação composta por 15 espetáculos de artistas nacionais de Manaus, Fortaleza, Recife, Feira de Santana e Salvador, além de grupos de fora do Brasil vindos de Camarões, França, Burkina Faso e Burundi.
Entre os espetáculos, fazem parte da programação o musical pernambucano “Luiz Lua Gonzaga”, a performance “A Ópera do Aldeão”, de Camarões, e a peça francesa “A Verdade Vencerá”. Os baianos estarão representados no festival com o espetáculo infantil “Meninas Contam a Independência”, a apresentação de dança “Dembwa” e a peça “Ana e Tadeu”.
A programação também conta com oficinas, lançamentos de livros e o Seminário Internacional de Curadoria e Mediação. Os detalhes estão disponíveis no Instagram oficial do evento: @fiacbahia.
Cultura
Viva Maria: Coletivo Croa leva pulsação do carimbó para o Sul do país
O intercâmbio cultural entre a Amazônia e o Rio Grande do Sul marca o início de um dos maiores projetos de circulação artística do Brasil. O Coletivo Croa, grupo paraense com 12 anos de estrada, desembarca em Porto Alegre esta semana para apresentar o espetáculo “Corpos de Tambor”.

A performance é uma das 16 selecionadas para a 28ª edição do Palco Giratório (Sesc), que em 2026 prevê uma maratona cultural impressionante. Serão 113 cidades visitadas em todas as regiões, 381 apresentações ao longo do ano, 164 ações formativas (oficinas e debates).
O espetáculo “Corpos de Tambor” é uma imersão na cultura paraense, onde a música e a dança não se separam. Segundo Renan Rosário, diretor artístico do grupo, a obra nasce de uma pesquisa profunda sobre a sonoridade amazônica e a relação do indivíduo com o ritmo.
“Entendemos que o corpo tem uma pulsação própria. É como se tivéssemos um tambor interno que toca dentro da gente”, explica Renan.
Um dos grandes diferenciais do coletivo é o domínio técnico: os artistas tocam instrumentos percussivos e dançam simultaneamente. A trilha sonora é inteiramente autoral e utiliza o curimbó (tambor de Carimbó), instrumento símbolo da identidade do Pará.
Além da performance no palco, o grupo participa do “Pensamento Giratório”, um momento de intercâmbio onde o público pode conhecer os bastidores da pesquisa cênica e audiovisual desenvolvida pelo Coletivo Croa na Amazônia.
Apesar de já ter passado por Salvador e diversas regiões do Arquipélago do Marajó, esta é a primeira vez que o espetáculo circula pela região Sul do país. Para Renan, levar o tambor da “cidade das mangueiras” para Porto Alegre é uma oportunidade de conectar diferentes brasis através da arte independente.
O projeto Palco Giratório segue com atividades na capital gaúcha até sexta-feira (17), servindo como o ponto de partida para a turnê nacional que se estenderá até o final de 2026.
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