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RJ: Centro Cultural Justiça Federal celebra mês da Consciência Negra

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O mês da Consciência Negra, celebrado em novembro, contará com uma série de atividades no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro. O tema será abordado em diferentes expressões artísticas, como cinema, teatro, literatura, música e artes visuais, mostrando a potência e a resistência da população negra.

Programação

A servidora do Centro Cultural Justiça Federal Thays Acaiabe, uma das idealizadoras da mostra, destaca algumas das principais atrações do evento:

“A gente vai ter uma mostra de audiovisual, Vozes e Visões Negras, e o Cinedebate Saravá Shalom. Vamos ter de música Ilessi & Marcelo Galter, Débora Ondina e Ana Paula Cruz. A gente vai oferecer uma oficina de dança, Charmeando. Vamos ter um festival, Black Queer Festival, e a gente vai ter o Cineclube Zezé Motta.”

A programação contará ainda com um encontro de autores e autoras negras, para refletir sobre o poder da literatura no combate ao racismo e à desigualdade racial; o espetáculo Abdias Nascimento, que faz uma homenagem ao ativista; e a exposição “Valongo: Justiça pela Memória do Cais”, que destaca o local como símbolo de resistência e memória.

Thays Acaiabe também fala sobre a expectativa de público:

“A expectativa é receber centenas de visitantes ao longo do mês de novembro, artistas, estudantes, servidores, toda a sociedade”.

O evento também quer ressignificar o espaço do Centro Cultural Justiça Federal como não apenas um símbolo de poder institucional, mas também território do povo, aberto à diversidade, à crítica e à escuta.

A mostra vai do dia 1º ao dia 30 de novembro. Algumas atividades são gratuitas e outras têm cobrança de ingressos, com preços variados. Mais informações no site: ccjf.trf2.jus.br.


Fonte: EBC Cultura

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CNJ lança programa para promover a cultura no sistema prisional

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e outras pastas do governo, lançou, nesta sexta-feira (10), o programa Horizontes Culturais, estratégia nacional para promover a cultura no sistema prisional. A iniciativa conta também com a participação de diversas instituições, artistas e da sociedade civil. O evento ocorreu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O Horizontes Culturais busca fortalecer práticas culturais já existentes nas unidades prisionais e ampliar o acesso de pessoas privadas de liberdade à arte e à cultura, por meio de um plano nacional para o setor e de iniciativas nas áreas de audiovisual, música e comunicação.

Além de pessoas em privação de liberdade, o programa é voltado para aqueles que já deixaram o sistema penal ou que estão em regime de liberdade condicional, familiares e servidores penais. A ideia é incentivar a criação, promover a formação profissional, o fortalecimento de vínculos e possibilitar o acesso a obras culturais e a oportunidades.

Semana da Cultura no Sistema Prisional

O lançamento ocorreu no último dia da primeira Semana da Cultura no Sistema Prisional, iniciativa que reuniu uma série de atividades artísticas, como literatura, música, cinema, teatro e artes visuais. Entre as atrações da Semana estiveram visitas guiadas a museus, doação de livros e exposição de peças de arte relacionadas à temática penal, que passaram por curadoria.

Doação de livros

O CNJ também assinou nesta sexta-feira, com a Fundação Biblioteca Nacional, um termo de doação de 100 mil livros para unidades prisionais em todo o país. Entre as obras estão romances, poesia, história, iconografia e ensaios. Os livros serão disponibilizados em bibliotecas de escolas do sistema.

De acordo com levantamento do CNJ realizado em 1,2 mil unidades prisionais, 45% delas não contam com atividades culturais.


Fonte: EBC Cultura

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