Cultura
Trilha sonora do Dia das Mães embala afetos, lembranças e amores
Cultura
Feche os olhos por um instante. Tente resgatar uma lembrança da infância… o colo da mãe, a voz que tranquilizava o choro ou a mão que se despedia lá na porta de casa.

Para alguns de nós, todas essas memórias não vêm em silêncio; elas têm uma trilha sonora.
A figura materna é, quase sempre, o primeiro porto seguro. E na música brasileira, ela é uma grande fonte de inspiração.
Isso não é apenas uma impressão. Um levantamento do Ecad, o escritório de direitos autoriais, registra hoje mais de 10 mil obras com a palavra “mãe” no título.
Às vezes, a homenagem vem na forma de uma tradicional prece doce e infantil, que recorda a infância, como cantarolou o analista financeiro, Fabio Martins.
O Fabio explicou por que a música “Mãezinha do Céu”, ficou na memória afetiva dele.
“Eu estudei em colégio de freira e essa música sempre cantava. E eu me lembrava da minha mãe, que já faleceu”.
O estudo do Ecad aponta que a palavra “mamãe” aparece em 2.150 títulos, enquanto o diminutivo carinhoso “mãezinha” batiza outras 373 canções.
Na memória afetiva da professora de música Leila Borges, esse é o nome mais belo que existe, quando ela canta “Mãe”, de Zilanda Valentin.
A música pode ainda traduzir uma separação e um nó na garganta de quem segue o próprio caminho e leva o conselho materno no coração.
É o que vem à memória quando o analista em Tecnologia da Informação, Sergio Fonseca, canta “No Dia em Que Eu Saí de Casa”, de Joel Marques e Vicente Castillo.
O Sérgio falou sobre a lembrança da vida que essa música traz.
“Essa música me lembra quando eu vim pra Brasília, em 1975. Depois fui trabalhar no Rio de Janeiro e deixei minha mãe aqui. Essa música me lembra essa parte. É uma música muito emotiva pra mim”.
Na lista do Ecad, o clássico “Mamãe eu Quero”, de Jararaca e Vicente Paiva, lidera o ranking de reproduções públicas nos últimos cinco anos.
A música foi composta em 1937, gravada pelos autores no mesmo ano e, depois, ganhou a voz da Pequena Notável, Carmen Miranda, em 1939.
A rainha do rock brasileiro, Rita Lee, aparece em sexto lugar nas mais reproduzidas, com a música “Mamãe Natureza”, de 1974.
Para conferir o levantamento do Ecad, basta acessar a página ecad.org.br/noticias.
O Repórter Nacional deseja a todas as mães, de todas as melodias e famílias, um Feliz Dia das Mães!
Cultura
Virada Cultural chega à edição de número 21 na capital paulista
A Virada Cultural chega à edição de número 21 na capital paulista. Com o tema “O festival dos festivais”, o evento traz 24h ininterruptas de programação variada. São mais de mil atrações entre música, teatro, cinema, dança e outras expressões culturais em vários pontos da cidade de São Paulo.

Programação descentralizada
A programação mantém a tendência dos últimos anos de descentralizar as atrações: são 22 palcos espalhados pelas regiões da cidade.
Entre os ritmos que marcam presença na Virada, há uma grande homenagem ao samba, representado em shows de artistas como Thiaguinho, Péricles, Alexandre Pires, Seu Jorge, Demônios da Garoa, entre outros, além de um palco dedicado ao gênero no viaduto Santa Ifigênia.
Já na abertura da Virada, o palco do Vale do Anhangabaú recebe o maestro João Carlos Martins e a escola campeã do Carnaval deste ano, a Mocidade Alegre, a partir das 17h deste sábado (23).
Para os fãs de rock, tem shows de Titãs, CPM22, Biquini Cavadão, Ratos de Porão, Ira! e Dead Fish. Passam pelo Palco Butantã, voltado para o rock, bandas como Black Pantera, Hurricanes e Raimundos.
No Tendal da Lapa, o encontro marcado é com o punk paulistano, representado por Ratos de Porão, Invasores de Cérebros, Inocentes, Menstruação Anárquica, Cólera e Garotos Podres.
Theatro Municipal
Quem não quer encarar o frio e a previsão de chuva na rua, pode conferir as atrações no Theatro Municipal, com apresentações de álbuns de Evinha, Claudya, Di Melo, Jorge Mautner, Mercenárias, Fausto Fawcett, Anjo Gabriel e Mundo Livre S.A. A entrada é gratuita, mas a capacidade do teatro é de 1,5 mil lugares. Por isso, é bom se programar para não ficar de fora.
Tem ainda funk, sertanejo, forró, hip hop e trap, além de artistas internacionais no evento. São 16 atrações estrangeiras que se apresentam entre sábado e domingo (24). A programação completa da Virada Cultural está disponível no site da Prefeitura de São Paulo.
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