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Viva Maria celebra o dia mundial do Rádio

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 Alô, alô, amigas e amigos do rádio, que mais do que nunca hoje nos conecta com o mundo através da ONU, que em 1946 começou as suas transmissões.  Vamos ouvir um pouco dessa história. 

“ As transmissões começaram em um estúdio improvisado em Nova Iorque  70 anos depois, os estúdios e a redação da Rádio ONU estão localizados na sede da organização em Manhattan. São cerca de 60 funcionários nascidos em dezenas de países das Américas à Ásia,  incluindo o Brasil, China, Espanha, França, Inglaterra, Portugal, Moçambique, Ucrânia, Síria e Tanzânia. Por dia são produzidas cerca de 100 reportagens, além de programas especiais, vídeos e entrevistas em vários idiomas, incluindo as seis línguas oficiais, inglês, árabe, chinês, francês, russo e espanhol. A Rádio ONU também tem duas equipes de idiomas não-oficiais, falados por centenas de milhões de habitantes. O suaílil na África e o português.”

 

E o grande dia chegou, 13 de fevereiro, é o Dia Mundial do Rádio.  Uma data que a gente comemora aqui nas ondas sonoras da nossa Nacional, há 15 anos, porque em 2011 foi quando  a Unesco começou a celebrar essa data, que tem uma conexão direta com a primeira transmissão radiofônica realizada pela Rádio das Nações Unidas em 1946.  De lá para cá a gente está aí, sempre em sintonia, sem perder jamais a frequência.

E esse ano, celebrando de forma muito especial a inteligência artificial. E para falar da importância dessa iniciativa, de escolher inclusive essa temática,  já está comigo a Representante da Unesco no Brasil,  Marlova Noleto, seja muito bem-vinda ao nosso Viva Maria!

 

 

 


Fonte: EBC Cultura

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Festival Praça Viva reúne cultura e gastronomia no Grande Mucuripe

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O terceiro Festival Praça Viva acontece amanhã (16), a partir das 16h, na Rua Olga Barroso, no Grande Mucuripe. A iniciativa é do Instituto Olga Barroso, que atua na região executando ações nas áreas de cultura, educação, cidadania e inclusão social.

A presidenta do Instituto Olga Barroso, Val Lorenço, fala sobre o festival:

“O evento reúne música, circo, manifestações da cultura popular, gastronomia, artesanato, tudo de forma gratuita. A proposta é ocupar o espaço público com arte, fortalecendo os vínculos comunitários. O público vai encontrar uma programação muito diversa e voltada para toda a família. Teremos as apresentações de circo […], o Coco de Praia do Iguape, com o mestre Chico Casueira, além de shows musicais […]. Haverá comidas típicas, feiras de artesanato e exposições de peças como crochê, bordado, renda […] e pinturas em tecido.”

Cultura local

O festival reúne moradores do Grande Mucuripe, artistas e visitantes, tendo como foco a cultura local. Val Lorenço, presidenta do Instituto Olga Barroso, explica por que o Mucuripe é a área escolhida para o evento:

“O festival nasce dentro do próprio território onde o Instituto Olga Barroso atua desde 2019. O Grande Mucuripe é uma região muito rica culturalmente, com forte identidade popular e tradição comunitária. A escolha acontece justamente pela relação direta com os moradores e pelas necessidades identificadas no território.”

Doações

Como ingresso, é solicitada a doação de 1 kg de alimento não perecível. A presidenta do Instituto Olga Barroso, Val Lorenço, explica para onde irão as doações e o impacto do festival junto à comunidade do Mucuripe:

“O impacto é muito positivo porque o festival movimenta a economia local, fortalecendo os artistas da região, e cria um ambiente de pertencimento e valorização na comunidade. As doações serão destinadas às ações sociais desenvolvidas pelo Instituto Olga Barroso junto com as famílias em situação de vulnerabilidade.”

O Festival Praça Viva faz parte das ações do Ministério da Cultura, via Política Nacional Aldir Blanc, com apoio do governo do estado, por meio da Secretaria da Cultura.


Fonte: EBC Cultura

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