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Governo de MT inaugura escola indígena em Juína nesta segunda-feira (21)

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) inaugura, nesta segunda-feira (21.7), a Escola Estadual Indígena Enawenê Nawê, na aldeia Dolowikwa/Kotakowinakwa, em Juína. A cerimônia de entrega será realizada pela primeira-dama Virginia Mendes e pelo secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Com investimento de R$ 7 milhões, a nova unidade conta com 12 salas de aula, duas salas de múltiplo uso, refeitório e playground, com capacidade de atendimento para 1.440 estudantes. A escola atende 627 alunos, 33 professores, um secretário, dois técnicos, dois coordenadores e um diretor.

Sob gestão da Diretoria Regional de Educação (DRE) do polo Juína, a unidade tem como objetivo garantir a educação escolar indígena de forma bilíngue, intercultural e comunitária, onde são oferecidas nas modalidades do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

A aldeia, que fica no território Enawenê-Nawê, tem o povo falante da língua aruaque, considerada uma população de contato recente, já que a primeira interação com a população não indígena foi em 1974.

Serviço
Inauguração da Escola Estadual Indígena Enawenê Nawê

Local: Aldeia Dolowikwa/Kotakowinakwa, em Juína
Data: Segunda-feira (21.7)
Horário: 9h30

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Falsa Vantagem para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.

Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

A operação integra os trabalhos de investigação que apuram a atuação de um grupo suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas. As investigações apuram os crimes de extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa.

Entre os alvos estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A operação tem como objetivo apurar como os fatos ocorriam, se a prática criminosa era habitual, identificar desde quando o grupo atuava e localizar outras possíveis vítimas.

Promessa de influência

De acordo com as investigações, o grupo teria prometido a familiares de um condenado a anulação da pena imposta pela Justiça, afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões, cobrando o pagamento de R$ 150 mil em espécie pela garantia do benefício.

Segundo o apurado, a solicitação do pagamento em espécie teria sido utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos valores. Porém, a medida resultou apenas na redução da pena do condenado, e não em sua anulação, conforme havia sido prometido.

Insatisfeito com o resultado, o beneficiário passou a exigir a devolução dos valores pagos, circunstância que também é objeto da investigação.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os mandados buscam apreender aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de outros eventuais envolvidos.

Nome da operação

O nome “Falsa Vantagem” faz referência à promessa de obtenção de influência sobre decisões judiciais em troca de pagamento, criando nas vítimas a falsa expectativa de que haveria garantia de resultados favoráveis perante o Poder Judiciário.

As investigações prosseguem para apurar a extensão do esquema criminoso, identificar outras possíveis vítimas e individualizar a participação de cada investigado.

Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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