Mato Grosso
Outubro Movimente encerra edição de 2025 reunindo mais de 950 servidores
Mato Grosso
Com uma programação diversificada e inspiradora, o Outubro Movimente encerrou, nesta sexta-feira (24.10), sua quinta edição, reafirmando o papel da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT) como protagonista da inovação no setor público. Realizado entre os dias 20 e 24 de outubro de 2025, o evento reuniu mais de 950 servidores, bem como 12 especialistas e várias instituições parceiras em torno do tema “5 Anos de Conexões que Transformam: Inovação, Colaboração e Serviço Público para o Futuro”.
Crédito: Matheus Velozo | Seplag-MT
O encerramento, realizado na Procuradoria-Geral de Justiça de Mato Grosso (PGJ-MT), contou com a palestra “A Revolução da Conexão Humana”, ministrada pelo secretário adjunto de Planejamento e Governo Digital da Seplag, Sandro Brandão, destacando que a verdadeira mudança não reside nas máquinas ou nas plataformas, mas no “ser humano renovado”. Ou seja, mudar envolve um estilo de liderança e de convívio que valorize a empatia, a colaboração e a profundidade das relações interpessoais. O momento de encerramento também foi marcado pela premiação da IdeIAthon – Maratona de Inovação com Inteligência Artificial, que incentivou 45 servidores, divididos em equipes, a desenvolverem soluções criativas para desafios reais do Estado.
Crédito: Matheus Velozo | Seplag-MT
Durante toda a semana, o Outubro Movimente promoveu palestras, oficinas e atividades práticas que uniram tecnologia, criatividade e desenvolvimento humano, para mais de 600 pessoas. As oficinas abordaram desde o uso da inteligência artificial na gestão pública até ferramentas digitais como o Canva e o CapCut, bem como temas ligados à neurodiversidade, equilíbrio financeiro e inovação no ambiente de trabalho. Na abertura, realizada no Salão Nobre Clóvis Vettorato, o destaque foi a palestra “Inteligência Artificial, Governo e Tendências do Futuro para a Administração Pública”, com Bruno Rebello.
Criado em 2021, o Outubro Movimente consolidou-se como uma jornada anual de inovação e valorização do servidor público, promovendo uma mudança cultural no Governo de Mato Grosso. O projeto demonstra que inovar no setor público é possível com criatividade e colaboração.
O reconhecimento nacional veio com prêmios como o Espírito Público 2022, na categoria Gestão de Pessoas, e o Digital Transformation Awards 2025, que destacaram o projeto como referência em intraempreendedorismo e gestão colaborativa.
Para o secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, o sucesso do Outubro Movimente reflete o compromisso do Governo de Mato Grosso com a eficiência e a transformação pública. “O Outubro Movimente simboliza a força da colaboração e o poder da inovação feita por pessoas. Ao longo desses cinco anos, conseguimos construir um ambiente em que servidores se sentem parte do processo de transformação, gerando ideias e soluções que melhoram a vida do cidadão. Esse é o legado que queremos fortalecer para o futuro”, destacou Basílio Bezerra.
Segundo o secretário adjunto de Planejamento e Governo Digital, Sandro Brandão, encerrar o Outubro Movimente é celebrar cinco anos de um movimento que transformou a cultura do serviço público em Mato Grosso. “Na palestra de encerramento, compartilhei a ideia de que antes de inovar, precisamos reconectar o ser humano consigo mesmo, com os outros e com o propósito de servir num mundo complexo e volátil. A inovação pública nasce dessa consciência e o Outubro Movimente representa essa mudança promovendo o despertar dos servidores públicos, colaborando para transformar o Estado com empatia e propósito em prol de um futuro venturoso”, concluiu Sandro Brandão.
O Outubro Movimente consolida-se como um movimento de inovação e aprendizado, que inspira os servidores, conecta instituições e fortalece a transformação pública em Mato Grosso.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.
Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.
A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).
“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.
Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.
No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.
“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.
O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.
Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.
“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.
Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.
Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.
“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.
Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.
Imersão na floresta
Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.
Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.
O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.
Fonte: Governo MT – MT
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