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Ação integrada resulta na apreensão de seis quilos de skunk em Goiás

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Cerca de 6 quilos da droga conhecida como skunk, ou supermaconha, foram apreendidos no sábado (23.8), no Estado de Goiás, após informações repassadas pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

A apreensão foi realizada pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Jataí, em ação conjunta com o Grupo Especializado em Narcóticos (Genarc), ambos da Polícia Civil de Goiás, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Uma mulher que transportava o entorpecente em um ônibus foi presa em flagrante pelo crime de tráfico interestadual de drogas.

O trabalho operacional foi deflagrado após investigação da equipe da Denarc, que identificou o carregamento ilícito. Os policiais civis mato-grossenses solicitaram apoio da Polícia Civil de Jataí, indicando o ônibus que fazia o itinerário Cuiabá – Goiânia (GO).

Com base nas informações, as equipes do GIH e do Genarc diligenciaram e constataram que o ônibus havia passado por Jataí, e seguia em direção à região metropolitana de Goiânia, razão pela qual a PRF foi acionada e abordou o veículo na rodovia nas proximidades de Guapó (GO).

Durante a fiscalização, os policiais identificaram a passageira denunciada e localizaram, em sua bagagem, uma mala contendo aproximadamente seis quilos de skunk, droga conhecida como “supermaconha” em razão de seu alto poder entorpecente.

Diante do flagrante, a mulher foi presa e encaminhada para as providências cabíveis.

A Polícia Civil de Mato Grosso ressalta que a ação integrada entre os órgãos de segurança pública foi fundamental para o êxito da operação, reforçando o compromisso da instituição no combate ao tráfico de drogas e na repressão ao crime organizado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Mato Grosso cumpre 70% das metas estaduais de plano para enfrentar o trabalho escravo

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A Comissão Estadual de Enfrentamento ao Trabalho Escravo (Coetrae), vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), cumpriu 70% das metas do 3º Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo em Mato Grosso em dois anos e meio após o lançamento.

O plano foi lançado em 2024, prevendo 151 metas nos seguintes eixos: Ações de Atenção e Assistência às Vítimas, Ações de Prevenção, Ações de Repressão, Ações de Gestão e Conhecimento e Ações de Governança, para cumprimento até 2030.

No monitoramento e na atualização do plano, a Coetrae identificou que cerca de 70% das metas já haviam sido realizadas ou estavam em andamento. As demais não dependem exclusivamente da Comissão, como medidas decorrentes de políticas públicas e de interferências governamentais e sociais.

Dentro dos eixos de repressão, atenção e assistência, somente em 2025 foram resgatados 627 trabalhadores em condições análogas à escravidão em todo o Estado. As vítimas foram resgatadas pela equipe de fiscalização e amparadas pela rede de apoio.


 

Ainda no eixo de apoio, prevenção e gestão, 150 policiais civis passaram por treinamento promovido pela Coetrae na metodologia “Escravo, Nem Pensar!”, para atuação em denúncias e qualificação do atendimento aos resgatados.

No contexto da prevenção, 100% das escolas estaduais de todos os municípios mato-grossenses receberam capacitação para os professores também na metodologia “Escravo, Nem Pensar!”, tornando-os multiplicadores na comunidade escolar.

Em parceria com a Coetrae, o Projeto Ação Integrada (PAI) capacitou 370 profissionais, entre assistentes sociais e psicólogos da rede das secretarias municipais de Assistência Social e Saúde, que trabalham na ponta do atendimento. O treinamento apresentou o Fluxo de Atendimento às Vítimas do Trabalho Escravo e Resgate na política pública de combate ao trabalho escravo.

Além disso, 60 lideranças, incluindo indígenas, retireiros, quilombolas e trabalhadores que militam na área de direitos humanos, foram capacitadas para se tornarem multiplicadoras de conhecimento na região do Araguaia mato-grossense.


 

Para a presidente da Coetrae, Márcia Ourives, o alcance das metas foi possível a partir do comprometimento das instituições que compõem a Comissão e da autonomia conferida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Sesp.

“Todo esse resultado atribuímos à união das 24 instituições que compõem a Coetrae, ao planejamento condizente com nossa realidade e propositivo, além da autonomia e da confiança que o Governo do Estado e a Secretaria de Segurança Pública têm demonstrado ao reconhecer a necessidade de enfrentamento desse problema em Mato Grosso”, ponderou.

No ano passado, a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso assinou a Carta de Compromisso de Repactuação das Políticas Nacionais de Combate ao Trabalho Escravo, reconhecendo a necessidade de investimento em ações de enfrentamento a esse tipo de crime em todo o território mato-grossense.

“A Sesp é a única secretaria do país que tem em seu organograma uma Comissão Estadual de Enfrentamento ao Trabalho Escravo, onde as ações realmente funcionam. Mato Grosso virou referência nacional desde a criação da Coetrae, em 2007”, finalizou.


 

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