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Polícia Civil de MT integra operação contra crimes virtuais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deu cumprimento a um mandado de busca e apreensão, em Várzea Grande, nesta sexta-feira (13.2), em apoio à Polícia Civil de Pernambuco.

A ação é um desdobramento da 2ª Fase da Operação Mar de Fraude, desencadeada pela PC-PE, que investiga uma organização criminosa, especializada em golpes virtuais e lavagem de dinheiro.

O mandado foi expedido pela Vara Única de Fernando de Noronha (PE), visando a apreensão de dispositivos eletrônicos e documentos que possam identificar novos membros da rede criminosa.

Em Mato Grosso, os trabalhos foram realizados pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG). Além de MT, foram cumpridas ordens judiciais nos estados de Pernambuco, da Paraíba e do Paraná.

As investigações tiveram início em junho de 2024. Na 1ª Fase da Operação, houve bloqueio de bens e financeiro, na ordem de R$ 1 milhão de reais, além de cumprimento de diversos mandados de busca, apreensão e prisão nos estados de Pernambuco, Mato Grosso e Paraíba.

O Esquema Criminoso

A organização é investigada por criar anúncios falsos de pousadas de luxo em Fernando de Noronha. Conforme levantamento, turistas de todo o país eram atraídos por ofertas em sites e redes sociais, e acabavam efetivando pagamentos por reservas de hospedagens que não existiam.

De acordo com as investigações, o grupo utilizava contas de terceiros e empresas de fachada para pulverizar os valores obtidos com as vítimas.

Atuação em Mato Grosso

Nesta 2ª Fase da Operação, um dos alvos investigados, residente em Várzea Grande, seria responsável por dar suporte logístico, financeiro ao esquema.

A equipe da DEE-VG deu cumprimento a mandados judiciais expedidos pela Vara Única de Fernando de Noronha, visando a apreensão de dispositivos eletrônicos e documentos que possam identificar novos membros da rede criminosa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso envolvido em roubo a cooperativa de crédito em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (14.4), a Operação Passagem Oculta, para cumprimento de 12 ordens judiciais contra integrantes de um grupo criminoso envolvido no roubo contra uma cooperativa de crédito, ocorrido no final de junho de 2025, em Cuiabá.

As ordens judiciais, sendo quatro mandados de prisão preventiva, quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, pessoal e veicular itinerante, e quatro quebra de sigilo de dados, foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá. Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. 


As investigações, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), tiveram como alvo quatro investigados apontados como integrantes da organização criminosa responsável pelo roubo circunstanciado cometido contra a agência da Cooperativa de Crédito, situada na Avenida das Torres, na Capital.


O crime

Na madrugada do crime, o grupo invadiu imóvel residencial no bairro Recanto dos Passáros que fazia divisa estrutural com a agência bancária. Na ocasião,  três moradores da residência foram mantidos em cárcere privado por aproximadamente quatro horas, mediante emprego de arma de fogo.

O objetivo do grupo criminoso era abrir uma passagem na parede divisória e subtrair valores estimados em até R$ 1 milhão. A ação criminosa foi parcialmente frustrada após intervenção da Polícia Militar, sendo que um dos envolvidos foi a óbito em confronto armado no local, e outro foi preso em flagrante, sendo posteriormente denunciado e condenado em processo autônomo.


Investigações e mandados

A partir do aprofundamento das diligências investigativas, a GCCO identificou a participação estruturada de outros quatro integrantes da organização, cada qual com função específica — execução, logística, transporte e vigilância. 


As condutas foram tipificadas como roubo circunstanciado majorado pelo emprego de arma de fogo, restrição de liberdade de vítimas e pelo concurso de pessoas. Diante das evidências, o delegado responsável pelas investigações, Igor Sasaki, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, que foram deferidas pela Justiça. 

As prisões preventivas decretadas com fundamento nos arts. 312 e 313, inciso I, do Código de Processo Penal, para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e asseguramento da aplicação da lei penal, diante da gravidade concreta da conduta, do elevado grau de planejamento e da habitualidade delitiva de parte dos investigados.


Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e sua Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência). A Rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.

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