Polícia
Três integrantes de facção criminosa são presos pela Polícia Militar suspeitos por homicídio
Polícia
Policiais militares do 6º Batalhão prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (9.10), três homens suspeitos pelo homicídio de Max William Gomes da Silva, de 19 anos, em Cáceres (220 km de Cuiabá). O crime ocorreu no bairro Dner, momento em que a vítima foi executada com disparos de arma de fogo. A morte foi constatada por uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar.
Após o crime, os militares intensificaram o policiamento na região e localizaram dois suspeitos do crime de bicicletas, sendo abordados na Avenida Radial I, do bairro Rodeio. Com um homem, de 28 anos, os policiais militares apreenderam uma arma de fogo, tipo revólver, com seis munições, além de dois aparelhos celulares.
O comparsa, de 32 anos, confessou a participação no crime e relatou o endereço de um terceiro suspeito, de 18 anos, que residia no bairro Jardim Imperial. O homem foi encontrado aos fundos do imóvel. Os policiais militares identificaram que ele seria um dos envolvidos na tentativa de homicídio, no última terça-feira (7), no município.
Em buscas pela casa, os militares apreenderam uma motocicleta modelo Honra XRE, supostamente utilizada para dar apoio aos integrantes da quadrilha. Os envolvidos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Passagens criminais
Max William Gomes da Silva possuía passagens criminais por furto e suposto envolvimento em tentativa de homicídio Cáceres. O homem de 18 anos é apontado como um dos envolvidos por atear fogo no pátio da Delegacia da Polícia Judiciária Civil em Vila Bela da Santíssima Trindade e tráfico de drogas. O suspeito de 32 anos possui passagens por tráfico ilícito de drogas, tortura mediante sequestro e cárcere privado, assim como o denunciado de 28 anos.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).
A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.
“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.
No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.
Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.
“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.
A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.
“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.
As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

-
Rondonópolis7 dias atrásRondonópolis inova com dia de lanche especial na merenda escolar
-
Rondonópolis4 dias atrásSemáforos vão ser retirados do cruzamento da Marechal Rondon com a Arnaldo Estevão
-
Cultura7 dias atrásCNJ lança programa para promover a cultura no sistema prisional
-
Polícia5 dias atrásRede Cidadã atende mais de 1,1 mil crianças e adolescentes e fortalece ações de prevenção em MT
-
Cultura3 dias atrásViva Maria: Coletivo Croa leva pulsação do carimbó para o Sul do país
-
Polícia3 dias atrásCorpo de Bombeiros extingue incêndio em trailer de lanches em Várzea Grande
-
Polícia3 dias atrásCompanhia Raio prende dois homens com drogas e munições em Cuiabá
-
Polícia1 dia atrásPolícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso envolvido em roubo a cooperativa de crédito em Cuiabá
