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Prefeitura lista ações de manutenção nas vicinais

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Um “ir e vir” seguro, marcado somente por belas paisagens. Para que esta seja a realidade de todos os que trafegam pelas estradas vicinais de Sorriso, a Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra) segue trabalhando para garantir estrada “em dia”, ainda que somente de terra.

Para tanto, nestes primeiros sete meses do ano, foi intenso o trabalho de manutenção e melhoria nos cerca de 1,7 mil quilômetros de vicinais da Capital Nacional do Agro. Entre as atividades realizadas pela equipe da Sintra estão cascalhamento; patrolamento e nivelamento de vias; instalação de bueiros e outros sistemas de drenagem; reforma e manutenção de pontes; abertura de desaguadores e contenção de erosões; tapa-buracos e manutenção corretiva.

A Linha Morocó, por exemplo, recebeu mais de 300 cargas de cascalho, além de patrolamentos, contenções e reformas estruturais. Na Estrada Santa Maria da Amazônia, foram instalados bueiros e nove quilômetros da via foram levantados e cascalhados. A Comunidade São Luiz Gonzaga recebeu tapa-buracos e bueiros. A Linha Chiapetti também recebeu uma série de patrolamentos, drenagens e aplicação de cascalho.

Mas estes foram apenas alguns dos pontos beneficiados, explica o adjunto de Transporte, Leonir Capitânio, que lista ainda o trabalho realizado na Linha Celeste, com cascalhamento, manutenção, abertura de desaguadores e nivelamento de caixas de contenção. “Só neste trecho, foram 11 quilômetros de estrada cascalhada”, aponta Capitânio, citando ainda o trabalho de cascalhamento e levantamento de uma série de travessas e linhas. “Nas travessas do Gazola e Paulista, por exemplo, foram levantados e cascalhados 12 quilômetros ”, listou.

No balanço do primeiro semestre também podem ser citados os trabalhos de manutenção, patrolamento e tapa-buraco, drenagem realizados nas estradas Vale do Verde (PRF); Nichelle; Real Beff – Primavera; Potrick- Caravágio; Carolina, Nichele e Itacir Picinin; e Estrada Tropical.

Titular da Sintra, Milton Geller enumera ainda as manutenções executadas nas MTs 222, 404 e 560. “Nestas três vias foi executado um grande volume de ações de cascalhamento, instalação de bueiros, contenção de erosão, patrolamento de cabeceiras de pontes e drenagem”, contextualiza, completando que, várias foram as pontes que receberam melhorias neste período: Trivelato, Teles Pires, Reolon, Rio Concórdia, Chacrinha – Barreiro, e Cascata.

“Buscamos seguir um calendário de manutenção preventiva, levando em consideração as condições climáticas e as áreas mais prioritárias, no entanto, gostaríamos que, sempre que for flagrado algum problema em estrada ou ponte, que seja encaminhado ao celular da Sintra, o 66 99690-1823, nos ajudando a resolver o problema”, comenta Milton, lembrando que a parceria com os produtores rurais tem sido fundamental para a execução dos trabalhos.

“Temos só a agradecer ao apoio a e à parceria que recebemos dos produtores, que muito auxiliam neste trabalho de garantir estrada em boas condições para todos os que vivem e trabalham no campo”, enaltece Geller.

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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos

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Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.

Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.

Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.

Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.

Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.

Arquivo digital

Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.

Para contribuir neste movimento “menos papel, menos consumo, resíduos descartados no lugar certo e muita reciclagem”, vale também ajudar a propagar essa ideia, avisar a vizinhança no grupão do zap, dar um apoio para quem não tem tanta intimidade com a tecnologia e reforçar que, para garantir um mundo habitável para as gerações futuras, todo mundo precisa contribuir… e, nesta situação, você é todo mundo sim.

Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:

O que é recolhido?

Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).

O que não é coletado?

Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.

Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.

Confira aqui como funciona cada coleta:

Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:

Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Dúvidas

Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.

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