Várzea Grande
DAE avança e corrige ligações irregulares que afetam pressão e abastecimento
Várzea Grande
Padronização é feita rua por rua e já corrigiu dezenas de ligações e vazamentos com reparos definitivos
O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) segue avançando com o trabalho de padronização das ligações de água no bairro Paiaguás, uma ação que tem transformado o abastecimento e garantido mais regularidade na pressão da água. Até o momento, já foram realizadas 272 padronizações. Além disso, 20 vazamentos foram solucionados e receberam reparos definitivos, com aplicação de massa asfáltica para recompor as vias.
As calçadas que foram danificadas pelas intervenções também serão recuperadas. Sete ruas já foram arrumadas e o cronograma prevê a recuperação de todo o bairro após a conclusão dos serviços de padronização.
O trabalho é realizado rua por rua, com as equipes da Coonser atuando na substituição de hidrômetros vencidos, troca de cavaletes danificados, correção de vazamentos, ajustes em cavaletes que atrapalhavam a passagem de pedestres e transferência de cavaletes para fora dos muros. A equipe também tem resolvido problemas estruturais na rede, como ligações desordenadas, canos sem padrão e conexões incorretas, garantindo um sistema mais seguro e eficiente.
Essa ação tem um impacto direto no equilíbrio do abastecimento e na pressão da água, evitando desperdícios e corrigindo casos de uso irregular. Além disso, o bairro Paiaguás receberá uma nova adutora, que levará mais água e reforço de pressão para a região, solucionando problemas antigos e garantindo maior estabilidade no abastecimento.
Em maio, o DAE/VG iniciou mutirão no Paiaguás, região que concentra cerca de 5 mil residências. A ação faz parte de um plano de melhorias no abastecimento e preparação do bairro para receber obras de pavimentação, realizadas pela secretaria municipal de Viação e Obras.
Essa força-tarefa – Obras e DAE – é a maior já vista na região com investimentos de quase R$ 11 milhões.
MUTIRÃO FOI O PONTO DE PARTIDA – A padronização começou com o mutirão de recadastramento de imóveis, realizado em maio, que identificou irregularidades e incentivou a formalização das ligações de água. Ao todo, 652 imóveis foram regularizados, além de 981 cortes por inadimplência e 181 reativações de cavaletes.
Os resultados já podem ser sentidos: em maio, o bairro contava com 3.317 matrículas ativas e faturamento de R$ 194 mil. Em junho, esses números saltaram para 3.969 registros e R$ 779 mil, reflexo das cobranças retroativas e da formalização dos usuários.
“Mais do que números, esse trabalho garante que todos recebam água com qualidade e de forma justa. Estamos corrigindo erros antigos na rede, organizando a distribuição e melhorando a infraestrutura do bairro”, reforçou a coordenação técnica do DAE/VG.
Várzea Grande
Alunos do Centro João Ribeiro poderão ter atividades de recreação com cães de terapia
Os alunos do Centro Municipal de Atendimento Especializado e Apoio à Inclusão João Ribeiro Filho poderão ter atividades de recreação com a presença e interação de cães com treinamento em terapia na escola. A reunião para a apresentação da proposta de trabalho foi realizada na última sexta-feira, 24, no Centro Municipal.
Segundo a gerente responsável pelo serviço, Cristiane Gambin, a empresa Doggie atua no ramo desde 2019 em Várzea Grande, atendendo escolas, creches e hospitais com a terapia com cães, realizando também trabalhos voluntários em clínicas, Lar dos Idosos e no Hospital do Câncer.
“Atualmente, nosso maior público são as crianças atípicas que, com esse atendimento, apresentam resultados bem positivos pelas atividades realizadas com os cães. Os trabalhos são voltados para a área pedagógica, com trabalhos em sala de aula ou em atendimento individualizado e até no processo de alfabetização” explicou Gambin, que também é psicopedagoga.
De acordo com a Superintendente Pedagógica da Smecel, Lezi Silva, a terapia com cães em Várzea Grande, conhecida como Terapia Assistida por Animais (TAA) ou cinoterapia, utiliza cães treinados para auxiliar no desenvolvimento físico, emocional e social de pacientes, pode ser aplicado no apoio infantil, auxiliando no tratamento de crianças com deficiência ou Transtorno do Espectro Autista (TEA), estimulando a comunicação, a socialização e a regulação emocional. Na Saúde mental, promovendo a redução do estresse, da ansiedade e da frequência cardíaca, gerando relaxamento e bem-estar geral e no Estímulo motor, ajudando em exercícios de coordenação, equilíbrio e foco por meio de atividades lúdicas e interações guiadas com o animal.
Após a apresentação, a coordenadora Janayna Maria Miranda, solicitou à instituição a elaboração de um projeto piloto de atendimento aos alunos para a avaliação da equipe especializada do Centro Municipal de Atendimento Especializado e Apoio à Inclusão João Ribeiro Filho.
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