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PF e Abecs firmam acordo de cooperação com o objetivo de enfrentar as fraudes bancárias eletrônicas

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Brasília/DF. A Polícia Federal e Abecs – Associação das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços firmaram, nesta quarta-feira (13/8), um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para unir esforços no combate a fraudes e outros crimes financeiros no ambiente digital. A assinatura ocorreu na Sede da Polícia Federal, em Brasília/DF, pelo Diretor Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e pelo Vice-Presidente executivo da Abecs, Ricardo de Barros Vieira.

O objetivo principal do acordo é a cooperação para a promoção de projetos e ações de interesse comum no combate a fraudes e golpes. A parceria se concentra em crimes cibernéticos que envolvem contas de depósito, poupança, contas de pagamento e cartões de crédito e débito, de instituições associadas à Abecs. Além disso, busca-se a criação de uma rede nacional de investigação para aprimorar o combate a esses crimes.

Os principais pontos do ACT são o apoio, a adesão e a integração das instituições na Plataforma Tentáculos, hospedada na infraestrutura da Polícia Federal, que permitirá também a troca de informações com as polícias civis dos estados para que, com base nas informações encaminhadas pelas instituições financeiras e de pagamento, possam ser feitas investigações no âmbito de suas unidades federativas.

O modelo investigativo utilizado pela Polícia Federal na Plataforma Tentáculos centraliza todas as ocorrências de fraudes e golpes digitais em um repositório único de dados, que passou a ser ao longo dos anos uma referência interna e externa de cooperação público/privada no combate às fraudes bancárias eletrônicas.

Com a entrada da Abecs no Projeto, mais de 90 empresas desse segmento poderão compartilhar os dados das ocorrências de fraudes e golpes com a Polícia Federal.

Sobre a Abecs – Associação das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços

A Abecs atua desde 1971 como representante oficial do setor de meios eletrônicos de pagamento no Brasil. É responsável pela interlocução do setor perante o mercado, os órgãos públicos e a sociedade. Congrega atualmente mais de 90 empresas desse segmento, representando assim mais de 96% do mercado. Entre seus associados estão instituições financeiras, bancos digitais, adquirentes, bandeiras, fintechs, marketplaces, empresas de tecnologia, entre outras que atuam no sistema de pagamentos.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]
(61) 2024-8142

Fonte: Polícia Federal

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PF e Receita Federal deflagram Operação Iscariotes contra organização criminosa

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram, nesta quarta-feira (18/3), a Operação Iscariotes, com o objetivo de reprimir  uma organização criminosa que recrutava agentes de segurança pública para a prática de contrabando, descaminho, lavagem de capitais e outros crimes. A ação foi realizada por intermédio da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários em Mato Grosso do Sul (DELEFAZ/MS).

A operação decorre de investigação de longo curso, que revelou a atuação de um grupo criminoso especializado na importação fraudulenta de eletrônicos de alto valor agregado, desacompanhados de documentação fiscal e sem a devida regularização perante os órgãos de controle aduaneiro. Após o ingresso irregular no país, os produtos eram distribuídos em Campo Grande/MS e em outros estados, especialmente em Minas Gerais. 

Os crimes investigados são contrabando, descaminho, lavagem de capitais, corrupção passiva, violação de sigilo e outros ilícitos relacionados ao sistema financeiro nacional.

A organização criminosa contava ainda com a participação de agentes vinculados a órgãos de segurança pública (aposentados e da ativa), com aparente utilização da função pública para favorecer a atuação do grupo. No curso da investigação, foram realizados diversos flagrantes.

Após representação da autoridade policial, com manifestação favorável do Ministério Público Federal, a Justiça Federal expediu as seguintes medidas cautelares:

a) 31 mandados de busca e apreensão;

b) 4 mandados de prisão preventiva;

c) 1 mandado de monitoração eletrônica;

d) 2 afastamentos de funções públicas;

e) 6 Suspensões de porte/posse de arma de fogo;

f) Indisponibilidade de bens de 12 Pessoas Físicas e Jurídicas (40 milhões de reais), incluindo:

i. Sequestro de ao menos 10 imóveis;

ii. Sequestro e apreensão de ao menos 12 veículos;

iii. Suspensão das atividades de 6 pessoas jurídicas.

Ao todo, foram cumpridas cerca de 90 ordens judiciais, com a mobilização de mais de 200 policiais nas cidades de Campo Grande/MS, Dourados/MS, Belo Horizonte/MG, Vespasiano/MG e Montes Claros/MG.

A operação contou, ainda, com o apoio das corregedorias da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul e do Corpo de Bombeiros Militar do Mato Grosso do Sul.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros eventuais envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
Contato: (67) 3303-5626/5627
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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