Cuiabá

Bem-Estar Animal lança projeto VacinAção 2026 com objetivo de atender 60 animais por semana

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal, lançou o projeto VacinAção 2026, uma iniciativa permanente que marca um novo avanço na política pública de proteção animal do município. O programa tem como objetivo ampliar o acesso à vacinação de cães e gatos, fortalecendo a saúde animal e contribuindo diretamente para a saúde pública.

O VacinAção 2026 prevê a aplicação contínua e organizada de 60 doses de vacinas polivalentes por semana. O imunizante, que protege contra 10 doenças, será disponibilizado gratuitamente a munícipes de baixa renda, organizações não governamentais, protetores independentes e animais comunitários.

Segundo a secretária adjunta de Bem-Estar Animal e médica veterinária, Morgana Thereza Ens, a proposta do programa é atuar de forma preventiva. “O VacinAção 2026 busca reduzir a incidência de doenças evitáveis, fortalecer a saúde animal e contribuir diretamente para a saúde pública, por meio do controle sanitário da população animal”, destacou.

Além disso, o projeto amplia os atendimentos, considerando que o custo utilizado para o tratamento de um animal doente é muito maior. Se investido na prevenção, que evita o acometimento e até a morte do animal, o valor correspondente permite atender até oito animais.

A vacina polivalente é essencial para proteger cães contra doenças graves e fatais, como cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa e leptospirose. Pode ser aplicada em filhotes a partir de 6 a 8 semanas, com início e reforço anual. Ou seja, exige cuidado e acompanhamento, o que justifica a necessidade de rastreabilidade para o cumprimento das etapas.

As vacinas serão disponibilizadas com base em critérios técnicos e controle administrativo, garantindo rastreabilidade, transparência e o uso responsável dos recursos públicos. O projeto também promove a descentralização dos atendimentos, fortalecendo a atuação conjunta com protetores e organizações que já exercem papel fundamental no cuidado diário dos animais.

Morgana ressalta que o VacinAção 2026 representa uma mudança de rota na política pública municipal, ao priorizar prevenção, planejamento e continuidade, substituindo ações pontuais por programas estruturados e permanentes.

**Critérios para acesso ao VacinAção 2026**

Para participar do projeto, é necessário atender aos critérios de baixa renda e seguir o passo a passo da solicitação. Após o cadastro, o interessado deve aguardar a convocação, que ocorre conforme a ordem do formulário preenchido. O prazo médio de espera é de 7 a 14 dias úteis, podendo variar de acordo com a demanda.

“A organização por formulário e convocação garante ordem, critérios e rastreabilidade, priorizando munícipes de baixa renda, ONGs, protetores e animais comunitários”, explicou Morgana.

Mas atenção. Caso o tutor seja chamado e não compareça com o animal para o atendimento, retornará para o final da fila.

Passo a passo para solicitação:

1. Chame no WhatsApp: (65) 99207-4318
2. Preencha o formulário Google Forms que será encaminhado pela equipe
3. Aguarde a convocação, conforme a disponibilidade semanal do programa

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Vereadora Michelly Alencar destaca entrada em vigor do ECA Digital

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Durante a sessão ordinária desta terça-feira (17), na Câmara Municipal de Cuiabá (on-line), a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) utilizou a tribuna para destacar a entrada em vigor do ECA Digital, atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.

Em sua fala, a parlamentar ressaltou que a nova legislação representa um avanço importante no enfrentamento aos riscos presentes nas plataformas digitais. O ECA Digital, sancionado em 17 de setembro de 2025 e que passa a valer oficialmente nesta terça-feira (17 de março de 2026), estabelece normas e diretrizes voltadas à proteção de menores de 18 anos nas redes sociais, jogos, aplicativos e demais ambientes digitais.

Michelly enfatizou que o Estatuto já possui instrumentos de proteção à infância e àadolescência, mas que a atualização se tornou necessária diante da realidade digital vivida atualmente por crianças e adolescentes.

Segundo a vereadora, o ECA Digital prevê mecanismos como verificação de idade em plataformas, maior controle sobre conteúdos inadequados e medidas de combate a crimes digitais, incluindo exploração sexual, assédio, aliciamento de menores, violência online e divulgação de conteúdos impróprios.

Durante o pronunciamento, Michelly também alertou para a necessidade de atenção das famílias ao comportamento digital dos filhos. A parlamentar destacou que, embora a internet seja uma realidade presente no cotidiano, é fundamental que pais e responsáveis acompanhem os ambientes virtuais frequentados por crianças e adolescentes.

“A internet é uma realidade e faz parte da nossa rotina, mas precisamos lidar com esse ambiente de forma responsável e segura, garantindo que nossas crianças estejam protegidas”, ressaltou.

A vereadora ainda reforçou que a nova legislação deve ser aplicada e respeitada por todas as plataformas digitais, contribuindo para a construção de um ambiente online mais seguro para crianças e adolescentes.

Michelly Alencar também reiterou seu compromisso com pautas voltadas à proteção da infância e afirmou que seguirá acompanhando a implementação das novas medidas previstas no ECA Digital.

 Mato Grosso

Entre 2019 e 2023, houve aumento de cerca de 13% nos crimes contra crianças e adolescentes no estado, incluindo ocorrências ligadas ao ambiente digital.

A internet aparece entre os principais locais onde ocorrem crimes contra menores, junto com residências e escolas.

Municípios com maior número de casos

Dados do sistema de justiça indicam maior concentração de processos envolvendo crianças e adolescentes em cidades como:

Cuiabá

Rondonópolis

Várzea Grande

Sinop

Primavera do Leste. 

Judiciário MT

 Tendência e alerta das autoridades

Especialistas e órgãos de proteção alertam que o crescimento do acesso à internet e das redes sociais entre jovens tem ampliado os riscos de crimes digitais contra crianças e adolescentes, exigindo políticas de prevenção, educação digital e maior fiscalização das plataformas.

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