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Biblioteca Nacional doa 2 mil livros para comunidades quilombolas

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Dois mil livros foram doados pela Biblioteca Nacional para comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro. Essa é mais uma iniciativa da instituição para democratizar o acesso à leitura, estimular a formação de leitores e valorizar as comunidades. Entre os títulos doados estão publicações sobre natureza, arte, poesia e também histórias em quadrinhos.

As comunidades atendidas estão localizadas nos municípios de Cabo Frio, Búzios, Araruama e São Pedro da Aldeia. Marco Lucchesi, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, reforçou o compromisso da instituição com a cidadania.

“A Biblioteca Nacional é um órgão vinculado ao Ministério da Cultura e a sua missão principal é de produzir a memória, todo o patrimônio bibliográfico, periódicos e musical, iconográfico realizados no nosso país. Mas nós também temos uma obrigação de solidariedade ao próprio país, a cidadania, e ouvimos o desejo daquilo que era possível oferecer às comunidades quilombolas e lá nos colocamos a toda disposição possível”.

Jane Oliveira, do Quilombo Maria Joaquina, uma das participantes do projeto, destacou a importância de iniciativas que facilitam o acesso aos livros para os moradores desses territórios. 

“Somos muito gratos por receber os livros da Biblioteca Nacional e a leitura é muito importante nas nossas vidas. A gente sabe que cada livro que foi entregue abre uma porta para o conhecimento,  fortalecer a identidade e preserva também a memória através da leitura que se constrói a cidadania”.

A Biblioteca Nacional vem realizando  uma série de doações de livros para comunidades e entidades. Entre os beneficiados, também  estão bibliotecas comunitárias, comunidades ribeirinhas e unidades prisionais.

 


Fonte: EBC Cultura

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Abertura de ateliê de Francisco Brennand celebra centenário do artista

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Para dar início às comemorações do centenário de nascimento do artista pernambucano Francisco Brennand, celebrado em junho de 2027, os moradores do Recife e os turistas é que ganharão os dois primeiros presentes. A partir deste sábado (8), a Oficina Francisco Brennand, localizada no bairro da Várzea, vai abrir pela primeira vez para visitação do público o ateliê do artista, construído por volta de 1975. 
 
O “Ateliê Francisco Brennand – Uma janela para o mundo”, passa a integrar de maneira permanente o percurso de visitação do museu. No novo espaço estarão mais de dois mil itens do acervo, resultado do trabalho das equipes da Oficina. São pinturas, desenhos, livros, manuscritos e objetos reunidos ao longo da vida do ceramista e escultor. Desde a morte de Brennand, em dezembro de 2019, a equipe realizou o levantamento de cerca de 17 mil itens ligados ao artista para, posteriormente, compor o acervo que será visto pelos visitantes.
 
Também neste sábado, a Oficina abre a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, que retorna ao Recife após 15 anos. Com o tema “Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática”, o recorte apresenta obras de 14 artistas contemporâneos que participaram da Bienal paulista. A exposição ficará em cartaz até 18 de outubro.
 
Ao longo deste 8 de agosto, o museu-ateliê terá entrada gratuita para abrir o ciclo de comemorações do centenário do artista. A programação e detalhes sobre os demais espaços que abrigam as mais de mil esculturas, painéis e cerâmicas estão disponíveis no site oficinafranciscobrennand.org.br.

 


Fonte: EBC Cultura

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