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Festival de Teatro de Angra homenageia Diogo Vilela

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Reunindo grandes nomes das artes cênicas, como Vera Holtz, José de Abreu e Mel Lisboa, começa nesta sexta-feira, 22, a 17ª edição da FITA, Festa Internacional de Teatro de Angra, município da Costa Verde do Rio de Janeiro. O evento segue até 7 de setembro, com cerca de 30 produções a preços populares. O grande homenageado deste ano é o ator Diogo Vilela, conhecido por sua extensa e versátil carreira. João Carlos Rabello, curador e idealizador da FITA, explica a escolha:

“Homenagear Diogo Vilela é nada mais do que humildemente reconhecer um dos maiores atores do Brasil. Estamos muito felizes de tê-lo com a gente este ano, com o espetáculo O Bem Amado, que é outro clássico, e ele lá com a gente nessa homenagem muito merecida.”

O curador destaca alguns espetáculos que vão estrear no evento.

“Tem Desertos, que é do grupo Teatro de Apartamento, de Belém, que conta a história belíssima de um encontro de dois homens, de onde nasce uma relação inesperada. Outro que está criando muita expectativa é Gente de Classe, do aclamado grupo Carmin, de Natal, que fala de um grupo no ano de 2040 que mora num condomínio de luxo cercado de muros altos que separa esse grupo das outras classes sociais. Ocorre que o muro começa a cair e aí entram em pânico de como vai ser o encontro desse grupo de privilegiados com as classes menos favorecidas.”

As crianças também têm lugar no evento, com apresentações de espetáculos infantis na mostra Fitinha. João Carlos explica que o evento tem ingressos voltados para a educação pública.

“Todos os anos a gente tem um carinho muito especial pelas crianças. As escolas públicas do município ganham ingressos e levam os estudantes de diversos bairros de Angra, até mesmo de praias da Ilha Grande. É emocionante ver as crianças chegando de barco para ver teatro.”

Além disso, o organizador ressalta a importância do evento para a vida cultural e econômica de Angra dos Reis.

“É fundamental, fundamental para a vida cultural de Angra dos Reis. Os grupos teatrais locais e mais de toda a região se organizam, a FITA já ganhou um prêmio do Ministério do Turismo, por movimentar os hotéis e os restaurantes da cidade fora do período de pico, ou seja, na baixa, chegando a ter a maioria dos hotéis com mais de 70% de ocupação ao longo do festival. A importância é inegável.”

Durante a festa acontece ainda o Prêmio FITA, em que um júri de especialistas e um júri popular avaliam os espetáculos.


Fonte: EBC Cultura

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BA: 1ª igreja do país dedicada a Santo Antônio celebra dia 13 de junho

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Neste sábado (13), a Paróquia e Santuário de Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador, encerra as homenagens ao Santo, iniciadas no último dia 31 de maio. A data também marca os 430 anos da igreja.

Os festejos religiosos da Bahia dedicados ao primeiro santo do ciclo junino estão entre os mais antigos do país.

Neste 13 de junho, Dia de Santo Antônio, a programação começa na madrugada, às 5h30, com a tradicional alvorada. Em seguida, de 7h a 12h, acontecem cinco celebrações eucarísticas. Às 15h30 será celebrada a tradicional Missa Festiva, seguida de Procissão.

A organização dos festejos também preparou a Trezena Campal em frente ao Santuário com a benção de Santo Antônio para o primeiro jogo do Brasil na Copa. Às 19h, será feita no santuário a tradicional Bênção do Pão um dos momentos mais aguardados pelos devotos.

Além da programação religiosa, os festejos movimentam o bairro com eventos culturais, gastronomia típica e feira de artesanato. E quem for ao Largo de Santo Antônio e à Ladeira do Boqueirão poderá apreciar os painéis “Antônios”, em exposição até o dia 10 de julho.

Primeira igreja a Santo Antônio

A Paróquia de Salvador é considerada a primeira igreja dedicada a Santo Antônio no Brasil, além de ser uma das mais antigas do país, fundada nos últimos anos do século XVI.

O Santo nascido em Lisboa em 1195 e falecido em 13 de junho de 1231, em Pádua, na Itália, também foi o primeiro padroeiro da capital baiana, sendo substituído em 1686 por São Francisco Xavier. Mesmo assim, a devoção ao santo só cresceu na capital baiana ao longo dos séculos, nomeando ruas, igrejas, escolas e o Forte histórico, vizinho do Santuário.


Fonte: EBC Cultura

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