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MDB confirma Janaina ao Senado, fecha com Wellington ao Governo e Jayme entra na campanha

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O MDB homologou nesta terça-feira, em convenção que reuniu milhares de pessoas em Cuiabá, a candidatura da deputada estadual Janaina Riva ao Senado Federal, confirmou apoio ao senador Wellington Fagundes (PL) na disputa pelo Governo de Mato Grosso e contou com a entrada definitiva do senador Jayme Campos na campanha da chapa.

Em seu discurso, Janaina disse que enfrentou resistências porque o fortalecimento de sua candidatura ao Senado impactou as articulações políticas e outros projetos eleitorais. Ela tratou a aliança formada como resultado da lealdade entre os partidos da chapa. Agradeceu às lideranças do MDB, às mulheres que vão disputar as eleições e aos aliados, como o presidente estadual do PL, Ananias Filho, o senador Wellington Fagundes e o senador Jayme Campos, prometendo fidelidade aos compromissos da coligação.

Entre as propostas, ela elencou a segurança pública, saúde, valorização dos servidores e defesa das mulheres. Voltou a criticar os índices de violência contra mulheres e crianças no estado e disse que vai defender punições mais duras para feminicídio, estupro e pedofilia. Na saúde, criticou o que chamou de prioridade a obras de grande visibilidade e defendeu mais recursos federais para hospitais municipais, para reduzir o deslocamento de pacientes entre cidades.

A candidata ao Senado lembrou que foi a primeira mulher a presidir a Assembleia Legislativa de Mato Grosso e disse que pretende repetir o feito no Senado.“Se eleita, serei a primeira mulher nascida em Mato Grosso a representar o estado no Senado Federal.”

Janaina apontou ainda que a candidatura é fruto de um projeto construído nos últimos anos e que pretende manter independência na defesa das pautas que considera prioritárias.

Ao aceitar a candidatura, Janaina afirmou que pretende representar todos os municípios mato-grossenses no Senado. “Eu aceito esse desafio de ser a senadora do MDB, do PL, do Novo, do PRD e do Solidariedade. Vou trabalhar para que os mato-grossenses sejam ouvidos no Senado por meio da voz de uma mulher que conhece os 142 municípios de Mato Grosso e nasceu nesta terra”, declarou.

Um dos momentos mais aguardados da convenção foi o pronunciamento do senador Jayme Campos, que declarou apoio à candidatura de Janaina e de Wellington Fagundes. Ao defender a aliança, o parlamentar afirmou: “Eu acredito em você. Espero que honre a confiança de todos que estão aqui e represente Mato Grosso defendendo boas políticas públicas para a nossa população.”

A convenção reuniu deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores e lideranças de diversas regiões do Estado, marcando o início oficial da campanha da coligação para as eleições deste ano.

Jayme Campos reforça apoio

Um dos momentos mais aguardados da convenção foi o discurso do senador Jayme Campos, que chamou o encontro de histórico e disse que a aliança representa um projeto de mudança para Mato Grosso. Criticou o cenário político atual, cobrou mais lealdade entre agentes públicos e afirmou que vai participar ativamente da campanha.

Sobre Janaina, disse que ela tem preparo e experiência para representar o estado no Senado e que confia numa atuação voltada aos interesses da população. Defendeu que o próximo governo priorize saúde, educação, segurança pública e combate à pobreza, argumentando que Mato Grosso tem riqueza econômica que ainda não chega à população mais vulnerável. Criticou também a influência do poder econômico no processo eleitoral e disse que a disputa será decidida nas urnas.

A convenção reuniu MDB, PL, Novo, PRD e Solidariedade, além de deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores e representantes de diversos municípios, marcando o início oficial da campanha conjunta da coligação.

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Mauro cita conluio de Janaina, Jayme, Fávaro e Taques e diz que operação fez “copia e cola” de denúncia falsa

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O candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) afirmou que a operação da Polícia Federal que teve ele como um dos alvos, deflagrada nesta quinta-feira (6/8), teve motivação eleitoral e faz parte de uma articulação de adversários políticos para tentar atingir sua candidatura.

Mauro citou o conluio entre os candidatos ao Senado Janaina Riva (MDB), Pedro Taques (PSB), Carlos Fávaro (PSD) e o atual senador Jayme Campos (União Brasil), que já anunciavam a operação antes mesmo de sua deflagração.

Segundo ele, o relatório que embasou a investigação é um “verdadeiro copia e cola” da denúncia requentada apresentada por Pedro Taques, que induziu as autoridades a abrir o procedimento com “informações falsas”.

Mauro também defendeu a legalidade do acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi, origem da investigação. O acordo foi homologado pela Justiça e considerado legal e vantajoso pelo Tribunal de Contas, Ministério Público de Contas e Ministério Público Estadual.

“Podem investigar o quanto quiserem, porque eu vou colaborar com tudo e não tenho nada a temer. Já vivi isso antes e tenho certeza que, assim como em 2014, tudo vai ser esclarecido. Não vai ser uma armação eleitoreira que vai parar o nosso projeto de trabalhar pelos mato-grossenses e pelos brasileiros”, afirmou.

Veja o posicionamento de Mauro na íntegra:

Sobre a operação da Polícia Federal:

* Em 2014, quando eu era prefeito de Cuiabá ocorreu uma busca e apreensão na minha casa. Eu e minha família sofremos uma grande humilhação. Os bancos cortaram o crédito das minhas empresas, perdi cartão de crédito, contratos com clientes e fornecedores, e entramos em Recuperação judicial. Quase “quebrei” por conta disso.

* Em 2017, três anos depois, a mesma Polícia Federal que entrou na minha casa fez um parecer favorável a mim, alinhado com o Ministério Público Federal, e a Justiça arquivou o processo, pois concluiu que eu não havia feito nada de errado.

* Agora novamente recebi uma visita da Policia Federal em minha casa, na empresa da minha família e também em outros lugares. Na minha casa foram apenas para pedir o passaporte.

* Esse assunto é relativo a um acordo que a Procuradoria Geral do estado de Mato Grosso fez com a empresa Oi. Em 2009, o Estado bloqueou dinheiro da empresa por cobrança de impostos, e depois de muitos anos o Estado perdeu na Justiça essa ação e, obviamente, teve que devolver o dinheiro.

* O valor corrigido de 2009 a 2024 seria quase R 308 milhões. Esse acordo passou por diversos procuradores e foi homologado pela Justiça, analisado como legal e vantajoso pelo Tribunal de Contas, Ministério Público de Contas e Ministério Público Estadual. Portanto, o pagamento feito pelo Governo do Estado foi totalmente correto e dentro da lei.

* Os fundos que receberam o recurso não têm nenhuma relação comigo ou com membros da minha família.

* Os hoje candidatos ao Senado Janaina Riva e Pedro Taques fizeram denúncias há mais de um ano sobre isso, criando narrativas falsas. Pedro Taques já foi membro do Ministério Público Federal e usou da sua experiência e relacionamentos para conseguir, com muitas mentiras e malandragem processual, induzir as autoridades a abrir uma investigação.

* O relatório feito pela Policia Federal, que embasou a investigação, é um verdadeiro “copia e cola” da denúncia de Pedro Taques.

* Essas investigações podem demorar anos e as eleições serão em 60 dias, mostrando que os nossos adversários políticos têm clara intenção de fazer disso um instrumento ppara tentar me prejudicar minha candidatura, que é a líder nas pesquisas.

* Defendo que investiguem à vontade. Não fiz nada de errado ou ilegal e tenho certeza que a Procuradoria Geral do Estado também não.

* Nos últimos meses, meus adversários políticos Pedro Taques, Janaina Riva, Carlos Fávaro e Jayme Campos estiveram em Brasília fazendo algumas pressões, e anunciando que em breve aconteceria esta operação. Isso está comprovado, inclusive, por diversas declarações que estes mesmos atores políticos lançaram na imprensa.

* Vamos aos fatos: há 7 dias, o senador Jayme teve o projeto de candidatura a governador rejeitado pela maioria do União Brasil. Há 3 dias, Pedro Taques foi confirmado como candidato a senador pelo grupo do PT, aliado ao senador Carlos Fávaro, ex-ministro do Governo do PT, que é especialista em perseguir adversários e assassinar reputações, igual fizeram com o Bolsonaro ou com qualquer um que ameace os projetos deles.

* Há 2 dias, Janaína Riva foi rejeitada como candidata a vice do Otaviano Pivetta. Logo após nosso grupo ter rejeitado todo esse povo da velha política que há décadas vem fazendo mal pro povo de Mato Grosso, temos uma operação como essa, faltando 60 dias para as eleições. É brincar com a inteligência do povo mato grossense.

* Como nossos adversários têm acesso e sabem até a data de deflagração de uma operação que está dentro do Supremo Tribubal Federal e é considerada sigilosa?

* Para vocês terem uma ideia, solicitamos a cópia do processo e até o momento não conseguimos, mas alguém milagrosamente conseguiu e distribuiu isso para toda a imprensa.

* A verdade é uma só: as informações que o Pedro Taques fabricou pra motivar essa operação são falsas.

* É lamentável ver adversários que não fizeram nada pela população, que tiveram mandatos marcados por prisões, incompetência, Grampolândia, que não conseguiram nem levar água para Várzea Grande, estejam tão desesperados que precisam recorrer a esse tipo de sacanagem política pra tentar compensar a falta de resultados para a população.

* É a velha política da sujeira, da mentira, que ataca a familia, que não respeita nada e faz de tudo pelo poder, com inveja do grande resultado que o nosso Governo fez por Mato Grosso.

* Confio em Deus e confio na Justiça. Podem investigar o quanto quiserem, porque eu vou colaborar com tudo e não tenho nada a temer.

* Já vivi isso antes e tenho certeza que, assim como em 2014, tudo vai ser esclarecido. Não vai ser uma armação eleitoreira que vai parar o nosso projeto de trabalhar pelos mato-grossenses e pelos brasileiros.

* Vou lutar com todas as minhas forças para que políticos malandros, medíocres e mentirosos não voltem a dominar o nosso estado.

Mauro Mendes
Candidato ao Senado

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