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Terceira edição do Fera acontece em Recife até dia 29 de agosto

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Produção audiovisual, feminismo e igualdade estão no centro da programação da terceira edição do Fera, Feminismo e Equidade para Reinventar o Audiovisual, que começou esta semana em Recife e segue até o próximo dia 29 de agosto.

O evento busca fortalecer e ampliar a participação de mulheres cis e transexuais e de pessoas não binárias no cinema nacional. A programação gratuita reúne mostras de filmes, pré-estreias, rodas de conversa, aulas abertas e masterclasses nas salas de cinema da Fundação Joaquim Nabuco, nos bairros do Derby e de Casa Forte. Os encontros abordam temas como acessibilidade, animação, direitos autorais, memória e os desafios enfrentados por mulheres e pessoas não binárias no audiovisual.

Entre os destaques está a Mostra Fera, que acontece na próxima sexta-feira com exibição de curtas-metragens e bate-papo com produtoras que participaram de edições anteriores do evento. A cineasta pernambucana Milena Times também terá um dia da programação dedicado à exibição de seus filmes e a uma masterclass sobre sua trajetória no audiovisual brasileiro.

O festival ainda terá duas pré-estreias. No dia 18 de agosto, será exibido o longa “Segunda Pele”, seguido de conversa com a diretora Déa Ferraz e integrantes da criação coletiva do filme. Já no dia 23 será a vez de “Nosso Segredo”, de Grace Passô, também com bate-papo após a sessão.

A programação completa está disponível no Instagram @feraaudiovisual.


Fonte: EBC Cultura

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Artistas comentam desafios e oportunidades na carreira

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O Dia do Artista, comemorado em 24 de agosto, chama atenção para a importância daqueles que transformam criatividade e talento em trabalho. Marcele Catarini, desde os três anos, é bailarina e hoje é professora de dança. Ela comenta como se profissionalizar na área.

“Trabalhar com a arte tem suas dificuldades, porém ser artista é mais uma necessidade íntima e inevitável de expressão do que algo como trabalho. Mas, claro, somos artistas profissionais que persistem em meio a muita desvalorização e descaso ainda. Mas sabemos que um dia melhorará.”

A dedicação e a formação são importantes para quem deseja seguir carreira artística, mostrando que o desenvolvimento de habilidades e a busca por conhecimento são fundamentais para conquistar espaço no mercado. Alcivã Moraes, do município de Guarapé-Miri, é pintor e desenhista há 19 anos e fala sobre as oportunidades de trabalhar com a arte.

“A partir dos três, eu comecei a me interessar muito pela pintura. Por conta própria, eu pintava em tecidos, comprava algumas tintas de tecido que não eram tintas adequadas, mas era só mesmo para seguir a paixão, o amor à arte. Daí, então, fui fazendo alguns trabalhos. Tudo começou na escola, sendo fundamental: trabalhos que eu fazia muito para os colegas de ciências, inclusive alguns concursos também de que a escola participava, intermunicipais, a respeito de desenho artístico e outros tipos de concursos. E eles me colocavam.”

O mercado de trabalho artístico oferece diversas possibilidades, mas viver da própria produção exige planejamento, persistência e criatividade. Além dos artistas que criam e apresentam suas obras, a produção cultural também envolve professores, críticos, diretores e outros profissionais que contribuem para fortalecer a arte na sociedade.

Para quem sonha em viver de criatividade, o caminho envolve experiência, dedicação e busca constante por novas oportunidades.


Fonte: EBC Cultura

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