Cuiabá

Colégio Isaac Newton conquista título do futsal na categoria A dos 49º Jogos Estudantis Cuiabanos

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A final do futsal masculino da categoria A (15 a 17 anos) dos 49º Jogos Estudantis Cuiabanos (JECs) movimentou o Ginásio Verdinho, em Cuiabá, nesta quinta-feira (25).

Em uma decisão equilibrada, o Colégio Isaac Newton (CIN) venceu o Colégio Fato por 3 a 1 e garantiu o título da competição, além da vaga para representar a capital na etapa estadual dos Jogos Estudantis Mato-grossenses.

Promovidos pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, os JECs reúnem estudantes de escolas públicas e particulares da capital e são considerados a principal competição do calendário esportivo estudantil do município.

Os campeões da etapa municipal avançam para a fase estadual e, em caso de classificação, seguem para a etapa nacional dos Jogos Estudantis.

O secretário-adjunto de Esportes, Pablo Queiroz, destacou a importância da competição para a formação esportiva dos estudantes e o papel dos Jogos Estudantis como porta de entrada para disputas de maior alcance.

“Os JECs são a principal competição esportiva estudantil de Cuiabá. É aqui que começa a trajetória dos atletas rumo às etapas estadual e nacional, fortalecendo o esporte escolar no município”, disse.

Após a conquista, o técnico do Colégio Isaac Newton, Marcos Antônio Duarte, ressaltou o trabalho desenvolvido com os estudantes dentro e fora das quadras. Segundo ele, o esporte é uma ferramenta de formação e desenvolvimento pessoal.

“Conquistamos o título com uma equipe dedicada, que treina com responsabilidade e tem os estudos como prioridade. O esporte agrega valores que os alunos levam para a vida”, pontuou.

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, desenvolve um amplo trabalho de formação esportiva, beneficiando mais de 2,3 mil crianças e adolescentes em diferentes modalidades.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Katiuscia desafia Abílio a assinar TAC e cobra segurança habitacional para 1,8 mil famílias que correm risco de despejo em Cuiabá

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A vereadora Katiuscia Manteli (Podemos) voltou a defender o direito de 1,8 mil famílias a não serem despejadas de suas casas nos bairros Silvanópolis e Paraisópolis, em Cuiabá. Em discurso feito na tribuna da Câmara Municipal, nesta terça-feira (25), a parlamentar rebateu vídeo ofensivo do prefeito Abílio Brunini (PL), no qual afirma que “Katiuscia não faz a menor diferença” para resolver a questão fundiária e que quem “tem a caneta” para solucionar o impasse é o prefeito.

Katiuscia desmontou a narrativa e ressentimento de Abílio ao lembrar que a audiência pública para discutir a situação fundiária foi convocada por ela e aprovada pelo Poder Legislativo, com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (Podemos). Além disso, ressaltou que a proposta de celebração do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) partiu do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), evidenciando a inércia do prefeito em encontrar uma solução para as famílias da região.

A parlamentar também criticou a condução do Executivo diante da expectativa das famílias, afirmando que o prefeito ainda não recebeu a comunidade para a reunião previamente agendada.

“Quem não faz diferença talvez seja o senhor, que já foi vereador, deputado federal, está no cargo de prefeito e nem sequer recebeu esses moradores no dia marcado”, criticou.

Katiuscia aproveitou para cobrar o prefeito a assinatura do TAC proposto pelo MPMT, que visa garantir segurança habitacional aos moradores que precisarem ser removidos da região.

“Se o medo do prefeito em assinar esse TAC é dar o crédito a quem de fato está lutando por essas famílias, não se preocupe, resolva. Para que serve o poder da caneta se não for para ajudar quem precisa?”, questionou.

Katiuscia reforçou o papel do Poder Legislativo no acompanhamento das demandas da cidade e garantiu que vai continuar em atenção aos moradores de Paraisópolis e Silvanópolis.

“Eu sou vereadora e há outros 26 parlamentares aqui. Todos nós fazemos diferença, sim. Sabemos que não temos o poder de executar, pois essa obrigação é do Executivo, mas a nossa missão é fiscalizar, realizar audiências públicas e cobrar que o prefeito faça a sua parte”, concluiu.

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